quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Qual a importância do Controle Adequado dos Pneus da Frota?

Vejam o simples exemplo abaixo. O que é mais caro, o controle adequado ou não se fazer controle algum?

 

EXEMPLO DE CUSTOS COM PNEUS

COM CONTROLE ADEQUADO

 

R$

KM

VALOR MÉDIO DE COMPRA

1.400,00

60.000

RECAPAGEM 1

350,00

60.000

RECAPAGEM 2

350,00

60.000

RECAPAGEM 3

350,00

60.000

TOTAIS

2.450,00

240.000

CUSTO P/ KM

0,010

 

SEM CONTROLE ADEQUADO

 

R$

KM

VALOR MÉDIO DE COMPRA

1.400,00

100.000

RECAPAGEM 1

0,00

0

RECAPAGEM 2

0,00

0

RECAPAGEM 3

0,00

0

TOTAIS

1.400,00

100.000

CUSTO P/ KM

0,014

 

CUSTO ANUAL PARA UM VEÍCULO TRUCK

 

COM CONTROLE

SEM CONTROLE

QUANTIDADE DE PNEUS

10

10

KM RODADO POR ANO

120.000

120.000

CUSTO P/ KM

0,01

0,014

CUSTO TOTAL

12.000,00

16.800,00

DIFERENÇA (R$)

4.800,00

 

CUSTO ANUAL PARA UM VEÍCULO BITREM

 

COM CONTROLE

SEM CONTROLE

QUANTIDADE DE PNEUS

22

22

KM RODADO POR ANO

180.000

180.000

CUSTO P/ KM

0,01

0,014

CUSTO TOTAL

39.600,00

55.440,00

DIFERENÇA (R$)

15.840,00

 

RESUMO: SEM UM CONTROLE ADEQUADO DE PNEUS O CUSTO ANUAL DE UM CAMINHÃO TRUCK AUMENTA EM R$ 4.800,00, CONSIDERANDO OS PARÂMETROS ACIMA. NO CASO DO BITREM SÃO R$ 15.840,00 POR ANO OU R$ 1.320,00 POR MÊS, OU SEJA, UM PNEUS NOVO POR MÊS QUE SE PERDE POR FALTA DE GESTÃO DA FROTA.

 

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Feira do Empreendedor - Bons ventos para o seu negócio

Dos dias 04 a 07 de Novembro de 2010, das 16h às 22h

Centro de Convenções, Natal-RN

Um dos eventos de maior sucesso entre os promovidos pelo Sistema SEBRAE, a Feira do Empreendedor é realizada nos diferentes estados e regiões do país, recebendo a cada edição, milhares de pessoas em busca de idéias, parcerias comerciais, orientação empresarial e novos negócios.

Seu objetivo é fomentar e diversificar as atividades econômicas na região, estimulando e facilitando o acesso dos empresários já estabelecidos e de potenciais empreendedores as mais diversas idéias e oportunidades de negócios.

Para esta edição de 2010 que acontecerá no Centro de Convenções de Natal, disponibilizaremos instrumentos de orientação empresarial para quem deseja montar, ampliar ou diversificar o seu próprio negócio.

Informações sobre tendências de negócios no mundo e no Rio Grande do Norte, abertura e formalização de empresas, tecnologia e inovação, palestras e capacitações direcionadas ao desenvolvimento e estímulo à cultura empreendedora.

O que encontrar na feira

- CENTRAL DE CAPACITAÇÃO COM PALESTRAS
- Seminário sobre TENDÊNCIAS DE NEGÓCIOS
- MOSTRA INTERATIVA DAS TENDÊNCIAS DE NEGÓCIOS
- SALÃO FRANQUIAS
- SALÃO MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
- SALÃO OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS DIVERSOS
- SALÃO NEGÓCIOS DO TURISMO
- SALÃO ECO NEGÓCIOS
- PAINEL DE OPORTUNIDADES E CLASSIFICADOS DE NEGÓCIOS
- ESPAÇO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL
- EMPÓRIO SEBRAE COM GRANDE VARIEDADE DE PRODUTOS
- CENTRAL DE ATENDIMENTO AO EMPREENDEDOR
- CARAVANAS EMPRESARIAIS DE TODO O RN
- LIVRARIA E CINE SEBRAE
- ESPAÇO SABOR E GASTRONOMIA
- ESPAÇO CULTURAL

Outras informações no site: http://www.feiradoempreendedorrn.com.br

Chineses se interessam por trechos de ferrovia em MT

Qua, 29 de Setembro de 2010 06:56

Empresários chineses interessados em implementar quatro trechos ferroviários no Estado apresentam ontem, ao governo do Estado as suas propostas. O diretor-presidente da Asian Trade Link (ATL), Marco Polo, que assessora a companhia chinesa na visita ao Brasil, destacou que os chineses estão estruturados tecnologicamente.
Durante a reunião de ontem, no Palácio Paiaguás, os chineses entregaram uma carta de intenção de parceria da empresa com o para construção da de trechos da ferrovia Senador Vicente Vuolo.
“Esta companhia chinesa é a maior empresa ferroviária do mundo. Eles têm tecnologia, capacidade de construção e a maior reserva de capital do planeta. No caso, há interesse de uma parceria estratégica com o governo de Mato Grosso”, aponta Marco Pólo.
Marco Polo disse ainda que a intenção da empresa é de implantar um projeto de trem-bala nesses trechos. Para tanto, os quatro trechos da ferrovia escolhidos são: Rondonópolis (MT) - Cuiabá (MT), Rondonópolis (MT) - Porto Velho (RO), Cuiabá (MT) - Santarém (AM) e Alto Araguaia (MT) - Araguari (MG).
Segundo o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, o governo do Estado recebe a empresa chinesa com bons olhos, uma vez que a companhia demonstrou interesse no Estado de Mato Grosso. “O governo recebeu a empresa de braços abertos, pois eles apresentaram um sistema de ferrovia de alta tecnologia”, declarou o secretário.

Fonte: Diário de Cuiabá

 

terça-feira, 28 de setembro de 2010


GTR - Gestão de Transporte e Risco

O caminhão é o meio de transporte responsável por pelo menos 60% de toda a movimentação de carga do país. Apesar de ser o principal modal na logística brasileira, dados do Instituto ILOS mostram que os veículos rodam vazios em cerca de 30% de seu tempo. Além disso, outros problemas do dia-a-dia reduzem a produtividade do transporte, tais como filas, sobrecarga em pátios e docas, solicitações não-programadas, baixa ocupação e jornadas excessivas.

Com o objetivo de planejar, implantar e manter operações de transporte de alto desempenho, a Pamcary e o Instituto ILOS formaram uma parceria para oferecer o serviço GTR – Gestão de Transporte e Risco. O Instituto ILOS entra com o planejamento e aperfeiçoamento logístico, durante e após a implantação do projeto. A Pamcary entra com a tecnologia de visibilidade, central de monitoramento de tráfego e sua expertise em prevenção e redução de riscos.

Uma operação de transporte de alto desempenho é aquela em que se garante o nível de serviço esperado a um custo adequado e dentro dos padrões de segurança. Experiências do Instituto ILOS e da Pamcary mostram que o potencial de ganho ao se alcançar o alto desempenho pode chegar a 8% do total de gastos com transporte.


Para atingir o alto desempenho no transporte, o GTR tem como base a construção de 3 pilares: Padrão, Visibilidade e Gestão Pró-ativa.


Após a construção desses pilares, o Instituto ILOS e a Pamcary acompanham a gestão e execução da operação em conjunto com o cliente para corrigir eventuais desvios, rever planejamentos e implantar ações de melhoria contínua para que as metas sejam atingidas. O resultado é uma operação de transporte mais estável, previsível, pontual, segura e produtiva.

 

Fonte: http://www.ilos.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1174&Itemid=284

 

Esse assunto é tão importante e trás um retorno tão significativo que está sendo oferecido no mercado como um produto. E hoje ainda temos grandes empresas trabalhando apenas olhando para o custo do frete. Podemos chamar de Miopia Logística.

Aos interessados, contem comigo.

Intermodalidade é saída das empresas para driblar gargalo

Fonte: DCI, 28/9/2010

 

SÃO PAULO - Empresas de logística com forte atuação no setor rodoviário apostam em outros modais de transporte (intermodalidade) para driblar gargalos causados principalmente pela falta de infraestrutura portuária do País. A meta é oferecer agilidade aos clientes.

Pensando nisso, a TNT Brasil lançou um serviço dedicado ao transporte aéreo de carga pesada, com a previsão de que esta área represente 20% de todos os negócios da empresa em cinco anos. Já a Rumo Logística aposta principalmente no transporte ferroviário, e com isso a empresa, que já investiu mais de US$ 100 milhões na compra de vagões desde o ano passado, permitiu ao Grupo São Martinho escoar 66 mil toneladas de açúcar do interior de São Paulo até o porto de Santos, em menos de dez dias.

De olho no atual cenário da economia brasileira, com o incremento das importações e exportações, a TNT que já opera 47 aviões no exterior, lançou um novo produto para o mercado brasileiro, o TNT International Freight, onde serão transportados produtos de alto valor agregado por via aérea, como os tecnológicos, emergenciais, peças industriais e farmacêuticos. O serviço, que estará disponível apenas no Estado de São Paulo, interligará os aeroportos de Viracopos, em Campinas (SP), e Cumbica, em Guarulhos (SP), à Europa, à China e aos Estados Unidos, de onde serão distribuídos pela própria empresa até o ponto final. "A operação é baseada no transporte de carga aérea pesada, a TNT hoje é líder no transporte expresso na Europa, então temos uma rede aérea e rodoviária enorme no continente. O Brasil não poderia ficar fora dessa rede, especialmente em um momento em que a economia nacional está aquecida", disse o diretor de Marketing da empresa, Ricardo Gelain.

Inicialmente a TNT usará a parceria com a companhia aérea alemã Lufthansa, levando as cargas até a Alemanha, e de lá para a principal base da empresa na Bélgica, onde a TNT distribuirá as mercadorias com seus próprios aviões e caminhões. "A nossa maior parceira nesses serviços aéreos é a Lufthansa, pois ela possui um cargueiro que vai de São Paulo direto a Frankfurt. De lá nós conectamos com a base em Liège, na Bélgica, que é onde a TNT mantém todas as suas aeronaves, incluindo um Boeing 747, e voa diariamente para a Ásia".

Gelain, no entanto, não descarta a possibilidade de colocar uma aeronave da própria empresa em conexão com o Brasil, mas ressalta que isso dependerá dos resultados obtidos com este novo serviço. "Nós não descartamos a possibilidade de trazer um avião da TNT ao Brasil, temos a intenção de operar aviões cargueiros aqui, mas isso depende das partes legais e também do crescimento da economia brasileira", acrescentou.

No entanto, quando indagado sobre uma futura fusão, aquisição ou parceria de uma companhia aérea brasileira para o transporte de carga, Gelain afirmou que a empresa não está pensando nisso agora, mas que seria uma ideia interessante. Ele também falou sobre a TNT entrar em parceria junto ao modal ferroviário. "Ainda não estamos estudando essa possibilidade, até porque grande parte do que transportamos são materiais acabados. Mas talvez o faremos, no futuro", refletiu.

Por fim, Ricardo Gelain comentou que a TNT estudou bastante o mercado brasileiro antes de entrar com este novo produto, e, com os recentes gargalos portuários, os clientes terão uma nova opção para enviar e receber suas mercadorias com agilidade e precisão. "Hoje temos muitos gargalos nos portos, filas imensas, tanto de navios quanto de caminhões. Assim, não é só o tempo de viagem de um navio que é demorado, mas os gargalos portuários que o País enfrenta são complicados para as empresas. Então esse serviço acaba compensando, não em todos os produtos, como as commodities, que não justificam o investimento, mas para produtos acabados e cargas mais pesadas a intermodalidade ajuda muito", finalizou Gelain.

Açúcar

A operadora Rumo Logística pertence ao Grupo Cosan e é especializada na logística de açúcar e grãos. A empresa acaba de colher os frutos decorrentes da intermodalidade. Em uma parceria com a empresa São Martinho, produtora de açúcar e etanol, para o transporte de açúcar da Usina São Martinho, em Pradópolis (SP), até o Porto de Santos, foram economizados cerca de 15%, tanto em tempo de transporte, quanto em custos. "Esta parceria é o resultado do interesse mútuo da São Martinho e da Cosan, por meio da Rumo, em desenvolver processos mais eficientes e com menor custo para exportação de açúcar", afirmou o presidente da operadora Rumo, Júlio Fontana Neto.

Nesta operação 70% de todo o açúcar foi transportado por ferrovia, e 30% por rodovia, e, segundo o presidente da companhia é uma alternativa muito interessante, já que se evitam as grandes filas de caminhões do porto e garantem-se os prazos de entrega.

Os gargalos logísticos causados pela falta de infraestrutura dos portos brasileiros estão fazendo com que operadores logísticos comecem a completar a rota com transporte rodoviário e busquem soluções em outras modalidades de transporte. É o caso da TNT Brasil, que estuda trazer uma aeronave para carga pesada ao País, das 47 que tem em seu portfólio, pois lançou o serviço de transporte aéreo de carga pesada, visando a driblar os problemas enfrentados pelo setor. "A TNT lidera o transporte expresso na Europa, e tem rede aérea e rodoviária enorme naquele continente. O Brasil não poderia ficar fora, em um momento em que a economia nacional está aquecida", disse o diretor de Marketing da empresa, Ricardo Gelain.

Na Rumo Logística, do Grupo Cosan, a ideia foi aumentar parcerias para o transporte férreo. Especializada na logística de açúcar e grãos, a empresa encontrou solução no setor ferroviário. Segundo seu presidente, Júlio Fontana Neto, a modalidade chega a reduzir até 15%, em tempo e custos, no transporte.

 

Ainda estamos longe de substituir o caro modal rodoviário, mas já é um começo.

Ipem-SP autua dez veículos-tanque que transportam produtos perigosos

Seg, 27 de Setembro de 2010 14:37

Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), autarquia vinculada à Secretaria da Justiça, autuou dez, dos 25 veículos-tanque que transportam produtos perigosos fiscalizados, por falta do certificado de verificação metrológica do cronotacógrafo. Com o Apoio da Polícia Militar Rodoviária, operação “De Olho Na Rodovia II” foi realizada nesta sexta-feira (24/9), na Rodovia Euclides da Cunha, SP 320, 586,7 km, em Jales, região de São José do Rio Preto, interior de São Paulo.

O cronotacógrafo é considerado a “caixa preta” dos veículos, que registra dados do percurso, tais como velocidade, distância percorrida, pontos de parada, dentre outros. Fiscais vistoriaram ainda um ônibus escolar e um coletivo de passageiros e ambos estavam com o documento em ordem.

O certificado, que é obrigatório, é emitido pelo Ipem no Estado de São Paulo, após ensaios metrológicos com o cronotacógrafo. A data limite para que veículos-tanque obtivessem o certificado expirou em agosto de 2009. Para os ônibus, o prazo varia de acordo com os finais das placas: 2 (fevereiro); 3 (março); 4 (abril) e 5 (maio), 6 (junho), 7 (julho) e 8 (agosto).

“A exigência do documento é uma das formas para combatermos os riscos nas estradas. O instrumento oferece um histórico do trajeto feito pelo motorista que pode, inclusive, ajudar a elucidar as causas dos acidentes”, explica o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula.

Proprietários dos caminhões ou empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao Departamento de Análise e Gestão de Processos do Ipem-SP, que definirá multa que varia de R$ 100 a 50 mil, dobrando na reincidência.

(Redação - Agência IN)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O que é um Pedido Perfeito?

“Portanto, pedido perfeito pode vir a ser aquele entregue por uma equipe operacional motivada, no prazo requerido pelo Cliente, atendendo à quantidade e diversidade de itens solicitados, viabilizando a logística reversa, sem apresentar alguma avaria nos produtos e embalagens, com a documentação fiscal e bancária correta, causando boa impressão ao Cliente, estimulando-o a comprar mais e com maior freqüência.” – Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

Autofax e Pamcary lançam produto de recebimento de dados e certificação digital

O Pamcert é um terminal wireless que permite ao usuário a verificação e comunicação imediata com toda a cadeia logística

23/9/2010, 15h13, Victor José, do Portal Transporta Brasil

As empresas Autofax e Pamcary disponibilizaram para o mercado uma solução de recebimento e certificação digital. Batizado de Pamcert, o equipamento realiza o envio de dados por meio de um terminal wireless, facilitando a comunicação entre os participantes da cadeia: embarcador, transportador, motorista, clientes e bancos.

A plataforma do produto é composta pelas funções m-Canhoto, m-Frete, m-Cargo e m-Averba, todas com características específicas que atendem às necessidades de cada segmento do mercado.

Com estas ferramentas, o usuário pode certificar em tempo real (via web) cada etapa do processo, tendo acesso às informações logísticas que permitem obter um panorama de gestão de toda a cadeia de entrega para a tomada de decisão.

Marketing Pessoal

Diversos fatores podem atrapalhar o crescimento de uma companhia, falta de capital, desorganização, legislação, crise econômica, câmbio, enfim, fatores internos e externos que são controláveis ou não pela alta gerência das empresas. Porém o que visualizo em algumas corporações é o que chamo de demagogia corporativa, ou seja, eu finjo que faço e você finge que acredita que estou fazendo. Digo isso porque é muito comum encontrarmos profissionais que trabalham mais preocupados em mostrar o pouco que estão fazendo do que em trazer os resultados concretos e significativos que as empresas precisam para a sua sobrevivência. Em contra partida a alta gerencia que identifica esse tipo de atitude têm dificuldade em mudar este tipo de postura porque fazer pouco a aparecer muito também é positivo para os mesmos. A cada dia vejo um novo ato incoerente, uma disputa por poder, por importância, onde a organização interna está cada vez mais comprometida, ou seja, um gerente disputando poder com outro, tentando ver quem mais aparece, quem mais apresenta resultado em PowerPoint, pois resultado real e contábil nem sempre aparece. É comum identificarmos duas funções praticamente idênticas em duas áreas distintas, pois cada gerente quer que seu colaborador crie primeiro que o outro aquela idéia que ninguém pensou até agora. E isso vai gerando custos, vai gerando gordura e ineficiências, pois quanto mais descentralizados estão os projetos, as atividades, mais tempo levarão para chegar aos resultados esperados. Fico me perguntando todos os dias, o importante não são os resultados financeiros? Será que não está sendo visto que este ou aquele profissional pouco produz? Será que é mais importante jogar confete sobre si mesmo do que trazer aquele lucro adicional?

Sinceramente percebo que hoje a meritocracia esta camuflada sobre as avaliações pouco objetivas das corporações, onde os quesitos definidos como ideais são mais pessoais do que numéricos, logo, seja amigo de todos, tire fotos de tudo, publique, mostre no jornal interno, na intranet da sua empresa, apareça e esqueça o resultado concreto no final, pois ele, ao que parece, é o que menos importa no mundo corporativo atual. Isso é marketing pessoal.

 


Rapidão Cometa lança novo produto

Até o final do ano, a empresa espera abrir mais cinco lojas no Recife, com formato semelhante, em bairros com intensa atividade comercial, escritórios e consultórios médicos

21/7/2009, 15h01, Jornal do Commercio - PE

A Rapidão Cometa inaugura hoje, em Boa Viagem, uma unidade de serviços de conveniência para micro e pequenas empresas. Dentre os serviços oferecidos pelo Rapidão Office Express estão despacho de encomendas nacionais e internacionais, telefone voip, fax, internet, serviços de cartório, recarga de celulares e gráfica digital.

Até o final do ano, a empresa espera abrir mais cinco lojas no Recife, com formato semelhante, em bairros com intensa atividade comercial, escritórios e consultórios médicos. A loja funciona da Rua Ribeiro de Brito, 830.

Será que estamos assistindo o início do fim da hegemonia dos correios? Brilhante iniciativa, principalmente em tempos de atraso nas correspondências, mesmo sabendo que o atendimento será somente para pessoa jurídica.

 

 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O maior avião do mundo! A Lufthansa já têm 3...


Custo: R$ 319 milhões
Assentos: 526

Pesquisa analisa práticas mais representativas no setor logístico do País

IEG (Instituto de Engenharia de Gestão) ouviu cerca de 100 executivos de mais de 70 empresas brasileiras. Atividade de transporte lidera com 96% de representatividade

21/9/2010, 14h20

Victor José, do Portal Transporta Brasil

Uma pesquisa realizada pelo IEG (Instituto de Engenharia de Gestão) observou as práticas mais representativas nas grandes organizações do setor logístico do País, sendo que, com 96%, o transporte lidera a lista de atividades, seguido de armazenagem (92%), estoque (82%) e serviço ao cliente (54%). O órgão ouviu cerca de 100 executivos de mais de 70 empresas brasileiras.

O estudo também constatou que, em média, os custos logísticos representam 8% do faturamento bruto das empresas, sendo apresentado pela seguinte distribuição: transporte (50%), estoques (22%), armazenagem (14%), administrativo (10%) e outros (3%).

“A maneira correta de atuar de forma competitiva é buscar melhorias contínuas junto a todos os elementos desta cadeia, de forma a reduzir custos, melhorar a qualidade dos produtos e o nível de serviço para os clientes finais”, esclarece Vanessa Saavedra, engenheira e sócia do IEG.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Empresas de energia e de rodovias lucram mais

Fonte:
O Estado de S. Paulo
22/9/2010

 

                               

Nos últimos cinco anos, as empresas de energia lideraram um grupo de nove companhias que conseguiram manter um retorno sobre o patrimônio líquido acima de 30% ao ano no período. Entre elas estão AES Tietê, Companhia Energética do Maranhão, Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), Elektro e Tractebel.

Uma das explicações para o resultado é que, normalmente, as empresas de energia são grandes pagadoras de dividendos. Ao distribuir quase todo o lucro, ela não altera o patrimônio líquido, que é um dos fatores para determinar a rentabilidade da empresa. Além disso, o brasileiro paga uma das maiores tarifas de energia do mundo.

Pedágios. Outro setor altamente rentável é o de concessões rodoviárias, em que as empresas têm monopólios legais. A CCR Rodovias, por exemplo, além de administrar estradas também tem a Controlar, que faz inspeção veicular em São Paulo. De acordo com os dados da Economática, até julho a rentabilidade da empresa estava em 23,1%. O resultado é explicado pelas boas notícias na economia.

Com a melhora nos indicadores de emprego e renda, o brasileiro aumentou a frota de veículos do País e passou a gastar mais com lazer, incluindo viagens a locais mais distantes. Os novos hábitos se refletiram diretamente na expansão do fluxo de veículos nas estradas e nos ganhos das concessionárias de rodovias. Para os analistas, a rentabilidade dessas companhias tende a se manter em um patamar elevado nos próximos anos, já que o grosso dos investimentos foi feito no início das concessões.

Neste ano, o setor foi o que apresentou a maior rentabilidade entre as empresas não financeiras: 20,9%. O segmento de veículos e peças ficou em segundo, com 20,1%. Outra explicação para o avanço na rentabilidade das empresas nos últimos anos é a expansão das fusões e aquisições. Ao se incorporar a outras, as companhias ganham um aumento de escala surpreendente, que se reflete no salto dos indicadores financeiros e de eficiência. "De um ano para outro, a melhora nos números é muito grande quando há um processo de fusão", diz Rafael Paschoarelli.

O aumento da rentabilidade das empresas não enche os olhos apenas dos investidores, que usam o indicador como um filtro para encontrar as companhias que podem gerar grandes lucros. Ele significa também a possibilidade de as empresas investirem mais em seus negócios.

"Por um lado aumenta a produtividade das companhias, o que reduz o risco inflacionário por causa do avanço da demanda. Além disso, mais investimento representa mais emprego e renda", diz o economista José Márcio Camargo.

Fusões

"De um ano para outro, a melhora nos números é muito grande quando há um processo de fusão", diz RAFAEL PASCHOARELLI, PROFESSOR DE FINANÇAS DO INSTITUTO INSPER.

 

Resta saber se as estradas e os serviços de distribuição estão com um nível de satisfação tão grande quanto às margens de lucro, caso contrário as privatizações não foram bem sucedidas.

Como ter Sucesso?

Sensibilidade, intuição, faro, tino, o que faz uma pessoa ficar rica e outra não? O que diferencia essas pessoas? Muitos já escreveram sobre esse tema, entre eles os que já obtiveram sucesso descreveram como alcançaram, outros estudaram as pessoas de sucesso e discorreram sobre o que viram, porém ninguém conseguiu definir uma formula para a riqueza e o sucesso que não seja através do trabalho. Agora pergunto, eu trabalho, você trabalha, todos trabalhamos, e por que não somos ricos? Acredito que estamos trabalhando de maneira errada, ou seja, com o objetivo errado. O trabalho que trás sucesso precisa ter prazer aliado a independência. Quanto mais dependente e triste você for no seu trabalho, menos sucesso terá. Coragem para a mudança e criatividade para a ação é um bom começo para alterar este cenário, mãos a obra.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Amadorismo na Gestão de Pessoas

Por maior que seja a corporação, é comum identificarmos certo nível de amadorismo na gestão de pessoas, principalmente onde a competição entre profissionais seja acirrada ou quando há uma certa preocupação com “aquele” jovem destaque que começa a ameaçar os mais antigos. Mas que amadorismo é esse? O amadorismo da acomodação, do engessamento, da falta de planejamento com os seus colaboradores, onde temos a impressão de que o profissional é o responsável por sua inércia. Concordo que na maioria das vezes é o próprio profissional o responsável por sua inércia, mas há casos onde o profissional, por inexperiência ou por errar na forma de se relacionar, é colocado na “geladeira”, em uma função sem muito sentido, se comparada a sua capacidade de inovação e produtividade, simplesmente por ter ameaçado algum antigo colaborador, ou por ter batido de frente com as pessoas erradas e ai vem o amadorismo, mas por que não demiti-lo?

Como nas grandes corporações tudo deve ser justificado, qual seria a justificativa se demitir um colaborador extremamente capacitado e inovador, que cumpriu todas as metas a ele dedicadas, mas que por um erro no relacionamento com seus pares foi colocado de lado? Não há. Então o colocam em uma função nova, normalmente chamada de novos projetos, que, diga-se de passagem, não existem, para que o mesmo crie o que ninguém conseguiu criar, ou invente algo que ninguém nunca pensou. Ou esse profissional é um gênio, ou ficará parado no tempo dentro da companhia, aguardando a boa vontade ou uma idéia brilhante que pode ocorrer, tendo em vista o seu esforço. Por fim, este profissional que tinha um futuro brilhante, que todos o elogiavam e alguns até o invejavam se torna uma pessoa triste, infeliz e se sente um verdadeiro inútil, simplesmente porque não há uma gestão de pessoas que tenha planos de carreira para seus colaboradores. Bom, alguns pensariam, e porque ele não sai, busca novas oportunidades? É uma opção, porém a empresa, com esta pratica, retirou dele o que mais lhe dava força, a crença que ele era diferente, que tudo era possível, tiraram dele a auto-estima. E agora, o que fazer?

Shell planeja tornar Brasil plataforma para distribuição de biocombustíveis

Energias alternativas

Seg, 20 de Setembro de 2010 23:52

Multinacional anglo-holandesa, que criou uma joint venture com a Cosan, prevê investimentos de US$ 1,5 bilhão no País e quer tornar o etanol de cana um combustível global

RIO - Com um orçamento de US$ 1,5 bilhão para investimentos na nova empresa que está compondo com a Cosan, a Shell está confiante de que fará do Brasil sua plataforma de distribuição de biocombustíveis para o mundo. Além dos aportes na ampliação das atividades brasileiras, a companhia espera testar, no País, tecnologias de etanol de segunda geração que vêm sendo desenvolvidas pela Iogen Energy, que faz parte do acordo com a Cosan.
"No longo prazo, o objetivo é criar uma companhia global de biocombustíveis e penso que a joint venture (com a Cosan) tem potencial não só no Brasil, mas para ser um grande ator nesse mercado", disse o vice-presidente de estratégia, portfólio e energia alternativa do grupo Shell, Mark Gainsborough, que veio ao País participar da feira Rio Oil & Gas, na semana passada.
A joint venture com a Cosan foi anunciada em fevereiro e prevê a fusão dos ativos das duas companhias nos segmentos de distribuição de combustíveis e produção e pesquisa de novas tecnologias de etanol. Com valor estimado em US$ 12 bilhões, a companhia nasceu com 4,5 mil postos de combustíveis, além da maior capacidade para produção de etanol do País.
"O negócio (de distribuição de combustíveis) vai crescer nos próximos anos e estamos com uma posição bastante forte no mercado", disse Gainsborough. Ele disse esperar a aprovação da joint venture pelos órgãos de defesa da concorrência para os próximos meses, dando início ao processo de consolidação e investimentos da nova empresa. Já a partir do próximo ano, a rede de postos Esso, controlada pela Cosan, deve começar a receber a marca da Shell.
Exterior. O passo principal, porém, será dado em direção ao mercado externo. "Achamos que há um grande potencial para o etanol de cana-de-açúcar do Brasil. O mundo já percebeu que o Brasil criou, nos últimos anos, um mercado de biocombustíveis bastante competitivo", afirmou Gainsborough.
Ele reconhece, porém, que há um "grande trabalho" a ser feito em termos logísticos e políticos - neste caso, no sentido de romper barreiras comerciais e tarifárias impostas pelos países desenvolvidos. Mas acredita que a presença da Shell nos maiores mercados consumidores pode ajudar o esforço brasileiro pelo fim das barreiras.
No final do ano, os Estados Unidos decidem pela renovação ou não dos subsídios concedidos aos produtores locais. "Nossa percepção é que muitos formuladores de políticas começam a reconsiderar a questão das tarifas de importação", disse. "Manter as tarifas não faz muito sentido quando se fala em sustentabilidade."
O executivo evitou dar maiores detalhes sobre os primeiros movimentos da nova empresa com a Cosan, mas disse que uma das possibilidades futuras é intensificar a pesquisa com biocombustíveis de segunda geração também no Brasil.
"Combinar a expertise operacional da Cosan com a expertise da Shell em pesquisa é uma forma de acelerar o desenvolvimento dos biocombustíveis", disse o executivo. A Shell tem hoje quatro centros de pesquisa relacionados aos biocombustíveis ao redor do mundo. Já os investimentos em pesquisa da Cosan são mais voltados à produção agrícola.
Para Gainsborough, a chegada dos biocombustíveis de celulose aos mercado europeu e americano abrirá portas para o etanol brasileiro. "É preciso ter acesso ao biocombustível de celulose para que as pessoas se acostumem com isso."

Fonte: O Estado de S. Paulo  /Nicola Pamplona

 

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Missão Paraíba-China terá o apoio do MDIC

Noticiário cotidiano - Portos e Logística

Dom, 19 de Setembro de 2010 22:49

O objetivo de buscar o apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC para realização da parceria público-privada que promete desenvolver uma linha de exportação e importação entre o Brasil e a China, a partir da Paraíba, conhecida como Missão Paraíba-China, foi alcançado. Isto porque, depois da apresentação do projeto, que será capitaneado pela Companhia Docas da Paraíba, administradora do Porto de Cabedelo, o diretor comercial do Porto, Francisco Paquet, recebeu a informação que o Ministério vai dar um apoio a missão, principalmente, na questão dos agendamentos dos encontros no Porto de Shangai e na realização de reuniões com líderes setoriais, com foco nos segmentos empresariais que irão participar da missão, para melhor aproveitamento do projeto e, consequentemente, da viagem.
Segundo Paquet, este primeiro encontro serviu para que as partes envolvidas no projeto, que pretende inserir a Paraíba no contexto da internacionalização comercial, discutissem o papel de cada um na operação do mesmo e a real possibilidade de apoio do governo federal. “Fomos muito bem recebidos, o projeto foi bastante elogiado e a perspectiva é que tenhamos um apoio institucional importante do MDIC no sentido de fortalecer a missão que tem o objetivo de ampliar os destinos das exportações paraibanas e diminuir a dependência do Estado em relação a mercados considerados tradicionais”, afirma Paquet.
A execução da Missão, que prevê a viagem de um grupo de empresários paraibanos à China, onde permanecerão durante 17 dias realizando diversas atividades voltadas ao conhecimento do mercado local e a divulgação da mercadoria brasileira, será muito importante para a Paraíba. “Na China, os empreendedores paraibanos conhecerão os portos chineses, as maiores feiras multimodais do mundo além de também participarem de rodadas de negócios e fazerem contato com diversos fornecedores de mercadorias. Essa com certeza é a grande oportunidade da Paraíba, que fará negócios com a segunda maior economia do mundo”, afirma o diretor presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wagner Breckenfeld. Ele lembrou ainda que a Missão é de interesse de várias classes da sociedade paraibana, que querem ver o Porto de Cabedelo despontar no transporte marítimo comercial.
O diretor comercial do Porto de Cabedelo e o empresário Marcelo Abrantes e a gerente comercial Melca, representantes da Luma Trading, empresa especializada na orientação de empresários no que se refere ao processo de importação e exportação de produtos, foram recebidos no MDIC pela coordenadora de Missões do Ministério, Marcela Carvalho e por um dos coordenadores da Rede Nacional de Informações Sobre Investimentos (RENAI), Eduardo Celino.

Fonte: Click PB/Assessoria

 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quando é hora de aposentar um pesado?

Fonte:
Webtranspo
16/9/2010

 

                               

São Paulo (SP) – Problemas na estrada, alto custo operacional e baixa eficiência. Estes são alguns pontos que preocupam o transportador rodoviário e fazem com que entre em questão um assunto importante para o setor: a renovação da frota.

Embora necessária em algum momento na vida de todas as companhias atuantes no setor, muitos empresários enfrentam problemas para identificar a hora certa de aposentar um caminhão.

Edson Esteves, engenheiro mecânico e professor do Centro Universitário da FEI, destaca que é preciso acompanhar a produtividade do caminhão desde a compra. “Todo empresário que gerencia bem sua frota identifica o momento certo de parar um veículo”.

Mesmo assim, o engenheiro dá a dica: “os pneus são bons aliados para detectar problemas. Por exemplo, a primeira troca é feita com 50 mil quilômetros rodados, já a segunda com apenas 30 quilômetros. Isso indica perda de produtividade ocasionada por alguma falha na suspensão ou outro sistema”.

Idade X Quilometragem

Na hora de renovar a frota dois quesitos são bastante utilizados pelos frotistas: idade do veículo ou a quilometragem. Entretanto, segundo Esteves, estas avaliações não valem para todos os casos.

“Se o transportador seguir o manual do veículo, realizar todas as manutenções preventivas, ele pode utilizar um destes critérios para decidir a hora de aposentar o veículo. Caso ele faça apenas reparos depois de identificado problemas ele deve verificar o desgaste real do caminhão”, argumenta.

E prossegue: “muitas vezes temos dois caminhões com o mesmo tempo de uso e até a mesma quilometragem, no entanto, em um foram realizadas todas as manutenções e cuidados para evitar problemas, em outro não. Portanto, um poderá ter sua vida útil prolongada enquanto o outro precisa ser paralisado”.

Na empresa Mira Transporte, a necessidade de manutenção dos equipamentos é um ponto de alerta. “Quando é necessária a reparação em itens como motor e câmbio, é porque o veículo já não está na melhor forma operacional, então começamos a avaliar a necessidade de substituir este caminhão”, destaca Roberto Mira Júnior, diretor da empresa.

Além disso, em alguns casos, o contrato com clientes estabelece a necessidade da troca do veículo. “Dependendo do acordo comercial, os caminhões utilizados possuem de três a quatro anos de uso, a partir daí avaliamos a renovação”, argumenta.

Quanto ao momento de escolher o veículo que substituirá o caminhão desgastado, o executivo destaca que o melhor custo/beneficio e rentabilidade da operação são determinantes. “Um histórico da operação nos dá ‘bagagem’ para tomarmos a decisão de qual veículo é melhor em qual rota, serviço, operação e a que preço para decidirmos o melhor resultado de um parceiro”, destaca.

Meio ambiente

Um reflexo da falta de preocupação com a manutenção e renovação da frota é sentido pelo meio ambiente. Segundo a CNT (Confederação Nacional do Transporte), a idade avançada dos veículos é um dos pontos de preocupação, já que o setor de transporte (incluindo todos os modais) é responsável por 9% da emissão de gases causadores do efeito estufa.

De acordo com um levantamento da entidade, a respeito da idade elevada dos caminhões brasileiros, dos mais de 1,4 milhão de caminhões, 44% têm mais de 20 anos e 20% possuem mais de 30 anos.

                              

 

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vendas em 2010 estão 5% menores

Fonte:
Diário de Cuiabá
14/9/2010

 

                               

As exportações mato-grossenses somam de janeiro a agosto negócios de US$ 5,98 bilhões. As cifras, quando comparadas ao mesmo período do ano passado, revelam uma pequena perda de fôlego: queda de 5,14%. Em 2009, os embarques geraram receita de US$ 6,30 milhões. Em uma análise mensal, desempenho de agosto contra julho deste ano, as vendas caíram mais, 20,50%, já que no mês anterior o volume de transações gerou US$ 800,82.

A justificativa para a perda de ritmo das exportações estaduais baseia-se em alguns fatores. O primeiro é que a partir de outubro com o fim da safra agrícola local – milho, soja e algodão estão colhidos – há uma queda natural nos embarques, situação que deve se intensificar até meados de fevereiro do próximo ano. Outra explicação à queda está na redução dos volumes embarcados do complexo soja – principal produto ‘made in Mato Grosso’-. A soja em grão está com vendas -21% e o óleo de soja, -27,38%. A desvalorização do dólar frente o real também reduz a receita dos exportadores. Entre os grandes destaques em vendas, o complexo carnes (aves, bovinos e suínos) segue em alta com cortes valorizados. O incremento chega a 37,83%, 57,60% e 33,84%, respectivamente.

Entre os maiores exportadores do Estado, o município de Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá) acumula o maior saldo de venda, US$ 572,19 milhões, seguido de Sapezal (460 quilômetros ao noroeste da Capital) com US$ 408,60 milhões em vendas.

 

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Projetos Logísticos

Estamos desenvolvendo um projeto que visa obter ganhos logísticos através da otimização da frota, ou seja, fazer com que os veículos circulem carregados o maior tempo possível. Como tudo neste ramo, a previsão de ganho anual em apenas uma operação que envolve 15 veículos (bitrem) chegará a 900 mil reais. Imaginem que esta operação representa apenas 1% do total transportado pela companhia. As oportunidades existem, agora é necessário saber abraçá-las.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

5 mil contêineres bloqueiam portos

Fonte:
O Estado de S. Paulo
6/9/2010

 

                               

O volume de cargas apreendidas pela Receita Federal ou abandonadas pelos importadores provocou um congestionamento de 5 mil contêineres encalhados nos portos brasileiros. Se fossem colocados um atrás do outro, formariam uma fila de 50 quilômetros de extensão - quase a mesma distância entre São Paulo e a cidade de Jundiaí, no interior do Estado.

Os equipamentos estão espalhados pelos principais terminais do País à espera de uma destinação por parte da alfândega, que não tem conseguido atender ao forte aumento do comércio exterior. Além dos prejuízos aos donos dos contêineres, o acúmulo das chamadas "cargas em perdimento" (apreendidas ou abandonadas) compromete a capacidade de armazenagem dos portos, que sofrem há muito tempo com a falta de espaço em seus pátios e armazéns.

"Esse problema virou um grande entrave para o sistema portuário brasileiro", afirma Elias Gedeon, presidente do Centro Nacional de Navegação (Centronave), responsável pelo levantamento do número de contêineres parados nos terminais. Ele explica que o avanço das cargas em perdimento é decorrente de fatores interligados. Um deles é o aumento das importações, que avançaram quase 50% no primeiro trimestre deste ano. O segundo ponto é mais estrutural e está ligado à falta de capacidade da Receita Federal para atender à demanda crescente.

Os empresários do setor avaliam que a Receita não tem mão de obra suficiente para todas as intervenções necessárias e ainda encontrar uma destinação para as mercadorias apreendidas. De acordo com a legislação, toda carga não liberada ou retirada do porto dentro de 90 dias é declarada "em perdimento".

A partir daí, a Receita Federal fica autorizada a dar um destino para as mercadorias. Elas podem ser leiloadas, doadas, incorporadas por empresas públicas ou destruídas. "Mas esses processos não têm tido a agilidade que o momento exige", afirma Gedeon. Ele destaca que algumas mercadorias levam mais de um ano para serem liberadas.

Pneus. Foi o que ocorreu com cerca de 20 contêineres carregados de pneus usados, no Porto do Rio de Janeiro, afirma o secretário-geral da Câmara Brasileira de Contêineres (CBC), Alex Rotmeister. O executivo conta que a Receita demorou um ano para decidir o destino das mercadorias, que agora estão sendo usadas na produção de asfalto. "Há casos absurdos de uma carga esperar cinco anos para ser liberada."

Durante todo esse tempo, completa Rotmeister, os contêineres ficam inutilizados, causando prejuízos aos seus donos. Isso quando não precisam ser destruídos por causa da carga que está dentro, como ocorre no caso de mercadorias perecíveis. Cada equipamento frigorificado custa, em média, US$ 35 mil.

A lista de cargas apreendidas ou abandonadas nos pátios dos terminais é extensa. Pode ser um produto pirateado, como tênis, celulares, óculos, cigarros e roupas, e até objetos de desejo da maioria da população, como veículos de luxo (Ferrari, Mustang e Porsche) e jet ski.

No caso dos pirateados, a maioria das mercadorias é destruída. Já no segundo caso, boa parte vai a leilão.

Os equipamentos eletrônicos muitas vezes são doados ou incorporados por empresas, explica o superintendente-adjunto da Receita Federal em São Paulo, Marcos Fernando Prado de Siqueira.

Mas há também cargas inusitadas. O presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, lembra que alguns caminhões de bombeiros ficaram anos sem definição e mais tarde foram doados. Segundo ele, o acúmulo de contêineres com cargas apreendidas ou abandonadas é mais um item do chamado custo Brasil - considerado um dos maiores do mundo. "Em alguns terminais do Rio, por exemplo, esse tipo de mercadoria chega a comprometer 30% da área disponível para movimentação."

Por ser o maior da América Latina, Santos é o porto com maior volume de contêineres com cargas em perdimento. Apenas um terminal chega a acumular mais de 200 equipamentos parados. Em todo o porto, há pelo menos cinco áreas destinadas à movimentação de contêineres.

O superintendente da Receita em São Paulo conta que o volume de apreensões no primeiro semestre deste ano cresceu 18,92% em relação a igual período do ano passado, especialmente por causa do aumento do comércio exterior. Junta-se a isso o fato de algumas empresas terem abandonado mercadorias no porto por causa de problemas financeiros, especialmente depois da crise de 2008.

Com isso, o volume de contêineres aumentou bastante e exigiu uma atuação mais firme da Receita na realização de leilões e outras destinações dos produtos.

Até o mês de agosto, foram realizados sete leilões em Santos, que arrecadaram cerca de R$ 60 milhões. Apesar disso, os representantes do setor avaliam que o reforço não tem sido suficiente para aliviar os terminais portuários e reivindicam mais mudanças.

Propostas. Há movimentos favoráveis à transferência da realização dos leilões para a iniciativa privada. "A Receita não pode concentrar todos os serviços. Ela tem de se concentrar na sua atividade-fim, que é fiscalizar as operações", afirma Gedeon. O diretor do comitê de assuntos jurídicos da Câmara Brasil-China, Fábio Gentil, especialista em direito marítimo, acredita que a "presunção de abandono de uma carga" deva ser reduzida de 90 para algo em torno de 45 dias, o que daria mais agilidade ao fluxo das importações e fôlego aos terminais.

Ao mesmo tempo, destaca ele, o processo de destinação das mercadorias (leilões, doações, destruição) também deve ser reformulado, já que hoje é considerado moroso e incompatível com a demanda. Em algumas localidades, afirma o advogado, a Receita realiza apenas um leilão por ano.

Ele critica também o custo das operações para a retomada de uma mercadoria. Quando uma empresa deixa uma carga no porto porque não tem dinheiro para retirá-la, diz Gentil, é muito difícil voltar atrás, mesmo dentro de 90 dias, que é o prazo para a carga não entrar em perdimento.

"Isso porque os custos chegam a 110% do valor da carga. Tenho recebido semanalmente uma série de empresas que fizeram importações legais, mas cuja carga entrou em perdimento. Os custos são elevadíssimos", destaca ele.

 

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Vale assina contratos nas áreas de ferrovia e porto

1/9/2010

                              

A Vale assinou contratos com a Gerdau Açominas que preveem o transporte de produtos siderúrgicos e carvão, por meio da infraestrutura logística da Vale - Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e Terminal de Praia Mole (TPM), no ES - pelos próximos três anos. Em 2010, o volume de transporte deve atingir 4,5 milhões de toneladas e, em 2012, 6,2 milhões de toneladas. Trata-se do maior volume já feito para a Gerdau Açominas, uma das três maiores siderúrgicas clientes da empresa.

Os produtos siderúrgicos, principalmente o aço, seguirão da Usina de Ouro Branco (MG) pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), em direção ao nosso Terminal de Praia Mole, no Complexo de Tubarão (ES). Neste fluxo, serão movimentadas cerca de 2 milhões de toneladas, atingindo 3 milhões de toneladas em 2012.

Além do aço, a Vale receberá o carvão que a Gerdau importa pelo Terminal de Praia Mole e fará o transporte do insumo até a usina da siderúrgica em Ouro Branco (MG), também pela EFVM. Este contrato de movimentação portuária prevê o transporte de cerca de 2,5 milhões de toneladas em 2010, atingindo 3,2 milhões de toneladas em 2012.

O contrato prevê ainda garantia do nível de serviço entre as partes, ou seja, qualidade na entrega, com prazos definidos. "A assinatura desses contratos é um marco importante na estratégia da área de logística de formalizar compromissos de longo prazo com as grandes siderúrgicas e os serviços de logística que estamos fornecendo vão aumentar a competitividade dos produtos da Gerdau Açominas", explica o diretor de Comercialização de Logística da Vale, Marcello Spinelli.

 

Fonte: http://www.ntcelogistica.org.br/noticias/materia_completa.asp?CodNoti=41515