Fonte: Estradas.com, 29/12/2010 | |
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O litro do diesel vai ficar mais caro a partir do mês que vem. É o que informa a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis). De acordo com a entidade, o vilão, desta vez, é o biodiesel, que teve o preço reajustado pelas distribuidoras após o último leilão realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Se no quarto trimestre deste ano o litro do biodiesel foi vendido no leilão da ANP por R$1,74, o produto que será entregue entre janeiro e março de 2011 alcançou a cifra de R$ 2,30. Fato que vai refletir diretamente no valor do combustível final, pois por determinação legal, todo diesel rodoviário comercializado no Brasil deve possuir 5% de biodiesel, o chamado B5. A previsão da Fecombustíveis é que o impacto no custo do produto chegue a R$ 0,028 por litro, o que representa 2%. No entanto, nesse valor não estão incluídos os preços de frete da distribuidora, nem margens de distribuição e revenda, o que pode significar reajustes ainda maiores, segundo a instituição que representa os postos de combustíveis. De acordo com a Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga (ABTC), mais de 60% do transporte de cargas no Brasil ocorre pelas rodovias do país. Por isso, alterações no custo do diesel influenciam, diretamente, nos preços dos produtos finais devido ao aumento dos gastos com frete. | |
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Diesel deve ficar mais caro a partir de janeiro
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Petrobras terá operação submersa no pré-sal
Ter, 28 de Dezembro de 2010 07:36 |
Na ficção, ganhou fama a existência de um continente que teria desaparecido no fundo do mar após um desastre natural. A lenda de Atlântida, a cidade perdida, foi amplamente retratada em livros, em desenhos e no cinema no século XX. No mundo real, em pleno século XXI, a Petrobras prepara-se para criar verdadeiras cidades submersas, que vão marcar uma nova fase na exploração e produção de petróleo em grandes profundidades, na camada pré-sal. No leito marinho, a mais de 2 mil metros da superfície, poderão ser instalados os principais equipamentos que hoje funcionam nas plataformas, permitindo que elas se tornem menores, mais leves e, mais importante ainda, mais baratas. Todo o sistema terá um alto grau de automação, com parte da operação podendo ser controlada a distância. Fonte: Valor Econômico/Cláudia Schüffner e Francisco Góes | Do Rio |
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Vendas de veículos disparam em dezembro
Fonte: O Estado de S. Paulo, 20/12/2010 | |
Em vez de provocar uma retração no consumo, como pretendia o governo federal, as medidas de restrição ao crédito editadas pelo Banco Central no início do mês incentivaram a antecipação de compras e este pode ser o melhor mês da história em vendas de automóveis novos. A indústria iniciou dezembro com previsão de vender 316,5 mil veículos, mas já fala em 355 mil. Até quarta-feira foram emplacados 205.917 veículos, sendo 194.518 automóveis e comerciais leves e o restante caminhões e ônibus. Significa uma média de 17.159 unidades por dia útil, um recorde para essa medição. O resultado da quinzena é 10,3% maior que o de igual período de novembro e 39% superior ao de dezembro do ano passado. O recorde mensal até o momento é o de março, último mês de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), com 353,7 mil unidades. De janeiro até quinta-feira, as vendas acumuladas somam 3,33 milhões de unidades ante 3,14 milhões em todo o ano de 2009. A previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) era de encerrar 2010 com 3,45 milhões de unidades comercializadas, mas esse número pode ser um pouco superior, caso o ritmo atual de vendas se mantenha. O economista Ayrton Fontes, da MSantos, consultoria especializada no segmento de varejo de veículos, acredita que, nesta segunda quinzena é possível que ocorra queda nos negócios. "Além de menos dias úteis, os consumidores se dispersam e ainda por cima tem a influência das novas regras inibidoras para financiamentos anunciadas recentemente pelo Banco Central." A maioria dos bancos já trabalha com juros mais altos por causa da exigência do aumento do depósito compulsório (recursos que os bancos são obrigados a manter no BC). Para modelos populares, o juro médio em um plano de 60 prestações sem entrada subiu de 1,3% para 1,8%. Com entrada de 40% do valor do bem, a taxa cai para 1,4%. O modelo Celta, da General Motors, foi vendido até o último fim de semana em 60 parcelas fixas de R$ 598,50, sem entrada. Hoje, a prestação está em R$ 719,60. O juro mensal é de 1,8%. Ao fim de cinco anos, o carro terá custado R$ 7.266,00 a mais. Nas mesmas condições de prazo, o Corsa poderia ser pago em 60 parcelas mensais de R$ 758,60, prestação que agora é de R$ 824,70. Ao fim do plano, o consumidor terá desembolsado quase R$ 4 mil a mais. O juro para esse modelo é promocional, segundo a GM, de 1,61% ao mês. Janeiro. A indústria, porém, acredita que as medidas de aperto ao crédito não terão influência significativa nos negócios neste mês. Marcos Munhoz, diretor geral de Comunicações, Relações Públicas e Governamentais da GM, diz que, para algumas montadoras "2010 teve 13 meses". Segundo ele, no dia 3 de dezembro a marca atingiu volume de vendas de 614 mil veículos, ultrapassando o resultado de todo o ano passado, de 595,5 mil unidades. "Devemos fechar o ano com cerca de 650 mil unidades, resultado recorde", prevê Munhoz. Até quinta-feira, o saldo já era de 624 mil automóveis de passeio e comerciais leves. A preocupação da indústria automobilística se volta para janeiro, quando é esperado impacto mais forte nas vendas. Dirigentes do setor esperam que a medida do BC tenha curta duração. | |
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Comentários
O engraçado são as pessoas falarem algo sobre outras pessoas sem mesmo olharem para o que elas mesmas estão fazendo ou sobre quem elas são. É espantoso como isso acontece constantemente dentro de grandes corporações privadas.
O que deve fazer um colaborador quando suas atribuições não são suficientes para que seu tempo seja ocupado em sua totalidade? Inovar? Criar? E se as suas atribuições são inovar e criar? Como o mesmo deverá agir se o processo criativo é cíclico?
O empreendedorismo é a chave para o sucesso do colaborador das empresas privadas. Estranho não? Empreendedor não é aquele profissional que coloca em prática suas novas idéias, transformando-as em novos negócios? Se o fizer para terceiros que direito terá sobre suas próprias idéias? E qual o retorno sobre as mesmas, já que normalmente seu trabalho é pago em forma de salário fixo? Se você é um empreendedor, abra seu próprio negócio, pois a chance de dar certo é menor, porém se der certo o retorno será seu, já no caso de executar uma idéia como colaborador, a chance de dar certo é grande, porém o retorno passará por tantas mãos que talvez nem o seu nome seja citado na divulgação do projeto.
Quer sobreviver, seja empregado, quer enriquecer, monte uma banca de vender cd pirata na porta da padaria.
Nordeste e Sul atraem projetos de galpões logísticos
Seg, 20 de Dezembro de 2010 07:34 |
O mapa dos condomínios industriais passa por uma rápida transformação no Brasil. O fortalecimento de novos mercados consumidores e de pontos de escoamento da produção estão levando os galpões logísticos e de armazenagem para fora do eixo óbvio. Nos últimos três anos, houve uma explosão da oferta nos arredores de São Paulo - principalmente no entorno das rodovias Anhanguera, Castelo Branco e Bandeirantes. Agora, empresas e investidores começam a migrar para outras regiões, especialmente Nordeste e Sul. Fonte: Valor Econômico/Daniela D'Ambrosio | De São Paulo |
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Nova fábrica da Fiat em Pernambuco terá aporte de R$ 3 bilhões
Qui, 16 de Dezembro de 2010 07:25 |
Anúncio oficial do investimento foi feito ontem: decisão teve ajuda do governo federal, que mudou a lei e beneficiou a empresa Fonte:Cleide Silva e Ângela Lacerda, de O Estado de S. Paulo |
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Consumo de combustíveis supera PIB e cresce 9,5% no ano
Fonte: Folha Online, 16/12/2010 | |
Diante do crescimento vigoroso da economia neste ano --estimado na casa dos 7,5%--, o consumo de combustíveis disparou e fechou o ano num ritmo de alta superior ao do PIB. O Sindicom, entidade que reúne as distribuidoras, apurou uma expansão média de 9,5%. O diesel, que corresponde a 46% do consumo de derivados de petróleo, foi o destaque de 2010, com crescimento de 12,2%. Já gasolina e etanol, juntos, tiveram um desempenho mais moderado: alta de 8,6%. Separadamente, enquanto a gasolina registrou aumento de 18,4% graças à estabilidade de preços, o etanol sentiu uma queda de 10%. Segundo o Sindicom, os preços mais elevados do etanol em 2010 levaram consumidores a usar mais gasolina em seus carros flex. Além disso, o mercado de álcool sofre mais com adulterações, sonegação e outros problemas similares, o que leva parte da produção para o mercado informal --ou pirata, no jargão do setor. "O ano de 2010 foi muito bom para o setor. As vendas cresceram no embalo da economia, mas ainda convivemos com um realidade de adulterações e forte sonegação principalmente no caso do etanol", disse Alísio Vaz, vice-presidente do Sindicom. Um dos motivos, diz, é justamente a pesada carga tributária do setor. Do faturamento total de R$ 214 bilhões das distribuidoras neste ano, R$ 65 bilhões foram destinados aos cofres dos governos para o pagamento de impostos e outros tributos. O Sindicom divulgou ainda a participação de mercado de suas associadas. O ranking de 2010 não trouxe novidades. Líder, a BR ganhou um pouco mais de terreno por ser mais forte em diesel, cujas vendas subiram mais. A estatal passou de 36,7% em 2009 para 37,1% em 2010. Já a Ipiranga, do grupo Ultra, oscilou negativamente de 18,9% em para 18,6%. Por seu turno, a Shell e Cosan (marca Esso) ficaram praticamente estáveis, com 13,3% e 5,3%, respectivamente. A AleSat perdeu um pouco de espaço (0,3 ponto percentual) e marcou 3,4%. | |
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Governo do Rio testa asfalto ecológico em estradas
Fonte: DCI – SP, 14/12/2010 | |
RIO DE JANEIRO – O governo do Rio de Janeiro começou a testar asfalto sustentável como alternativa para aumentar a segurança nas estradas e espera adotar a iniciativa em todo o estado. O asfalto ecológico, como está sendo chamado, deixa a pista menos escorregadia em dias de chuva e tem maior durabilidade. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ) informou nesta segunda-feira (13) que, além do esforço ecológico, a idéia é ter uma produção de asfalto de melhor qualidade e com baixo custo. Para testar o novo tipo de pavimentação que usa uma mistura com pneus triturados, a primeira estrada brasileira a receber 35 quilômetros desse tipo de asfalto será a RJ-122, conhecida como Rio-Friburgo, rodovia que liga os municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, na região metropolitana do Rio. O diretor de Obras do DER-RJ, o engenheiro Ângelo Pinto, afirmou que cada metro quadrado de asfalto ecológico retira do meio ambiente o equivalente a um pneu usado. “Além de conseguir gastar [na fabricação do asfalto] uma quantidade muito grande de pneus, esse pavimento com alta viscosidade, elevado percentual de borracha, permite uma redução de ruído muito grande”, explica o engenheiro. Ele destaca que a mistura garante uma massa asfáltica com alto coeficiente de atrito, aumentando a performance dos carros. Com isso, é possível reduzir o número de acidentes nas pistas. O diretor afirma que a obra será concluída no segundo semestre do ano que vem e a expectativa é que o piso tenha a durabilidade de 20 anos, o dobro em relação a recapeamentos comuns. Segundo Ângelo Pinto, a utilização dessa tecnologia vai depender da conveniência, logística e disponibilidade de pneus em cada obra, que segue a orientação dos secretários municipais. Entretanto, ele afirma que “é uma tendência que [o asfalto ecológico] seja usado cada vez mais em rodovias”. Segundo o DER-RJ, outras pesquisas com polímeros à base de borracha estão sendo feitas para aumentar a segurança e o conforto dos condutores nas estradas. Uma usina móvel foi instalada em Cachoeiras de Macacu para produzir o material, que foi inventado em 1960, no Arizona (Estados Unidos), mas só foi liberado para uso em escala industrial após a quebra da patente do produto, em 1998. | |
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Viver ou juntar dinheiro?
Por Max Gehringer |
"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço"
O preço das estradas
Fonte: Folha de S. Paulo, 13/12/2010 | |
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As estradas de São Paulo têm padrão internacional e ocupam as dez primeiras posições entre as melhores do país, segundo a Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Entre os usuários, o índice de aprovação é alto -em torno de 94%, de acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte. Nada disso seria possível sem a política de concessões para empresas privadas, que data do final da década de 1990. Resta, no entanto, um ponto crítico, que é o valor cobrado para o uso das rodovias, alvo freqüente de reclamações e críticas. É óbvio que benefícios têm seus custos. As tarifas garantem investimentos e serviços gratuitos, como mecânicos e resgate. E a qualidade das rodovias gera ganhos indiretos, como redução de acidentes, tempo mais curto de viagem e menor desgaste dos veículos. O valor do pedágio paulista é fruto da multiplicação da chamada tarifa quilométrica (um valor monetário básico por quilômetro) pelo TCP (sigla para trecho de cobertura da praça de pedágio), que equivale à extensão da estrada. Considerando-se o critério de justiça distributiva, o modelo de cobrança é adequado. A tarifa quilométrica implica que a cobrança será proporcional ao trecho de rodovia percorrido pelo usuário. O custo total de toda a extensão é fracionado pelas diversas praças de cobrança da rodovia. É um sistema que procura ajustar o pagamento ao percurso. Há, no entanto, aspectos a melhorar. O primeiro deles é oferecer mais opções para que o usuário possa efetivamente pagar pelos quilômetros que precisa rodar. Para tanto, seria preciso aumentar o número de acessos e saídas. O segundo diz respeito ao indexador utilizado nos contratos. Nas primeiras concessões, em 1998, o índice utilizado para os reajustes foi o IGP-M. Trata-se de um indicador muito sensível às variações do câmbio e dos preços internacionais das commodities -o que significa, em certas circunstâncias, importar inflação. Àquela época, a estabilidade econômica estava por se consolidar e havia incertezas quanto à força do real. Como as concessionárias estavam se comprometendo com contratos de 20 anos, o IGP-M, por ser "dolarizado", funcionava como um seguro. Uma vez que essa etapa foi superada, seria melhor adotar um índice mais compatível com a inflação do consumidor. A segunda mudança seria uma tarifação que beneficiasse de maneira mais substancial o transporte de carga (já que se trata de atividade econômica relevante para a competitividade do país) e os ônibus -incentivando seu uso. É preciso também, numa visão de longo prazo, investir de maneira mais vigorosa no transporte ferroviário de passageiros e de carga. Mais e melhores ferrovias incrementariam a competição com as estradas e, conseqüentemente, com as concessionárias, beneficiando a todos. | |
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Transnordestina recebe mais investimento
Fonte: Webtranspo, 9/12/2010 | |
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O BNB (Banco do Nordeste) acaba de liberar novos recursos financeiros à Ferrovia Transnordestina. Conforme anunciado pela instituição, a obra contará com duas parcelas de financiamento que totalizam o valor de R$ 689 milhões. Para Cláudio Frota, diretor da SUDENE (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), a obra é importante para o desenvolvimento regional, uma vez que atende à demanda de transporte de produtos agrícolas e minério do Nordeste, e porque permite o escoamento portuário. “A ferrovia é uma das artérias do transporte no interior do Nordeste, viabilizando, por exemplo, a distribuição de grãos do cerrado nordestino”, afirma. Com orçamento total de R$ 5,34 bilhões, a Transnordestina é um dos projetos inclusos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal. A ferrovia, que contará com 1.728 quilômetros de extensão, ligará o terminal ferroviário de Eliseu Martins, no Sul do Piauí, aos portos do Pecém (CE) e Suape (PE), com conexão em Missão Velha (CE). A conclusão da obra está prevista para o segundo semestre de 2012. | |
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Porto de Santos é o estopim da ineficiência operacional
Fonte: A Tribuna, 8/12/2010 | |
Santos (SP) – O Porto de Santos está em situação crítica e provoca um efeito cascata nos demais complexos de cargas do País, devido a sua alta incidência de atrasos nos embarques e desembarques e da longa espera para atracação de navios, aponta levantamento do Centro Nacional de Navegação (Centronave). O cais santista ainda causa custos extras de US$ 95 milhões por ano aos armadores, aproximadamente 8% do frete das embarcações. O maior complexo marítimo do País é o estopim da ineficiência operacional portuária. De acordo com o Centronave, de janeiro a setembro últimos, os atrasos nos embarques e desembarques nos portos nacionais foram de 72.401 horas (3.017 dias), e as esperas das embarcações para atracação chegou a 78.873horas (3.286 dias). A somatória dos dois problemas ainda provocou o cancelamento de 741 escalas, um acréscimo de 62% sobre o mesmo período de 2009 (457). Já as escalas efetivadas caíram 9,1% no País, ficando em 4.237 ante 4.664 do mesmo período do ano passado. Segundo o diretor-executivo do Centronave, Elias Gedeon, “esses cancelamentos explicam-se pelo congestionamento em Santos, que gera um efeito-dominó, prejudicando a operação nos demais portos”. Como exemplo do gargalo operacional no Porto de Santos,Gedeon revelou que as escalas efetivadas no Terminal de Contêineres (Tecon) Santos Brasil, o maior do País, caíram de 803 para 705, devido às horas perdidas. Os atrasos nos embarques e desembarques na instalação cresceram 38,1% nos três trimestres fechados do ano, partindo de 12.348 horas para 17.054. O tempo de espera para atracar subiu 22,1%, de 11.599 para 14.163 horas. Para piorar a situação, o Centronave verificou que os pátios dosterminais estão lotados, fruto da importação em alta. A situação fica ainda mais complicada quando se somam os tempos de carregamentos (aumento de 75% entre 2009 e 2010) e a vinda de navios maiores, o que reduz o número de berços disponíveis para atracações. Cálculos do Centronave apontaram que o volume de contêineres movimentados em Santos aumentou 215% nos últimos 10 anos, mas a infraestrutura operacional não acompanhou. O crescimento de berços foi de apenas 23% e da área alfandegada, de apenas 20% no período. Janelas perdidas A soma dos problemas afeta o desempenho dos portos seguintes na rota de Santos. Segundo o Centronave, o armador acaba tendo de cancelar escalas, especialmente nos complexos da Região Sul. Em Santos, as paradas canceladas englobam 10% dos navios. Mas nos portos seguintes, esse índice é bem maior, garantiu Gedeon. Em Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS), os cancelamentos neste ano foram de um para quatro navios. | |
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
GKO Informática lança nova empresa de terceirização de gestão de transportes
Marília Brandão, do Portal Transporta Brasil, 02/12/2010
A GKO Informática, especialista em soluções tecnológicas para a área de logística, lançou uma nova empresa voltada para a terceirização de gestão de transportes, a Logpartners. A realização é uma parceria com a empresa de informática Routing e exigiu investimento inicial de R$ 500 mil.
A Logpartners seguirá o modelo de negócios conhecido como Business Process Outsourcing (terceirização de processos de negócios) e prestará serviços como auditoria de fretes, acompanhamento de entregas de mercadorias, e planejamento de estratégias para gestão de frete e de rotas para transportadoras. Também disponibilizará aos embarcadores softwares como o GKO Frete e Roadshow para planejamento e controle das operações de transporte.
O diretor comercial da GKO, Ricardo Gorodovits, destaca as vantagens do serviço. “Na prática, o cliente terá como benefícios a garantia de resultados sem que precise lidar com a complexa fase de implantação de softwares, infraestrutura e os treinamentos. E toda essa estrutura estará funcionando um mês após a contratação do serviço”, afirma.
Os serviços oferecidos são flexíveis. O cliente pode contratar a solução completa, apenas os softwares ou a equipe especializada em gestão de fretes em separado. O embarcador também poderá solicitar à Logpartners o uso de softwares diversos, em estar preso ao GKO Frete.
O sócio diretor da Routing, Rui Alencar, explica que sua empresa incrementará os serviços com suporte tecnológico de softwares de roteirização e de controle de operação, além das equipes especializadas. “As rotas podem ser planejadas pelo roteirizador; o controle da execução irá comparar os dados de rastreamento com planejamento em tempo real e, então, as rotas serão exportadas para o software de gestão de fretes para que se possa fazer a auditoria entre o que foi executado e o que foi faturado pelas transportadoras. Após isso, se processarão os pagamentos às transportadoras com maior acuracidade dos dados” diz.
Uma das primeiras empresas clientes da LogPartners é a Xerox. Com a terceirização dos serviços de frete, a companhia reduziu 2% dos custos com transportes. O gerente nacional de distribuição da Xerox Brasil explica que contratou a empresa para realizar o trabalho por este não ser o foco da Xerox. “Tivemos uma melhora da qualidade da informação, em relação à atividade física e controle das entregas. No entanto, o maior ganho mesmo foi com a auditoria do pagamento do frete. Envio as notas fiscais para a GKO, a empresa cruza os dados dos produtos com as tabelas das transportadoras e, caso a fatura esteja errada, a própria empresa pede a correção”.
Saiba como comprar caminhão usado de qualidade
Victor José, do Portal Transporta Brasil, 02/12/2010
Por ser um instrumento de trabalho de alto valor agregado, comprar um caminhão requer muito critério e atenção. O comprador deve avaliar seu estado mecânico, itens de segurança e conforto para assim poder realizar o transporte de cargas de maneira segura e eficiente.
Seguem abaixo dez dicas da WebPesados para garantir a aquisição de seu utilitário de grande porte usado, seja para transporte de materiais secos, líquidos, mais pesados ou mesmo inflamáveis:
1. Dê preferência a lojas especializadas ou concessionárias de referências que já tenham tradição no mercado;
2. É importante verificar se o revendedor oferece garantia por escrito e se conta com oficina própria para executar eventuais reparos;
3. Fique atento com revendedores que pertencem a transportadoras. Essas empresas não são obrigadas a revisar os veículos ou oferecer garantia;
4. Tome nota da procedência do cavalo mecânico e procure saber que tipo de serviço ele fazia quando estava em operação, pois veículos que trabalham com materiais leves têm menor desgaste;
5. Verifique com atenção as condições dos pneus, lataria, chassi, motor, além da parte interna do caminhão, que pode revelar a falta de cuidado do antigo motorista com manutenção e conservação;
6. Cheque a suspensão. Desgaste excessivo nas molas e junções aponta para a falta de manutenção;
7. Analise o estado do motor e das válvulas, freio, embreagem e caixa de câmbio e outros itens;
8. Dê preferência aos caminhões com pintura original, tanto de cabine como do chassi. Verifique se o caminhão possui as plaquetas de identificação do chassi, do motor, da cabine e os selos d’água com o número do chassi;
9. Verifique se a documentação está de acordo. Se o caminhão é de São Paulo, fique atento se o veículo traz o selo de aprovação da Inspeção Veicular Ambiental;
10. Pesquise muito. Compare modelos semelhantes em motorização e carroceria. Hoje além dos estabelecimentos comerciais, tem também a Internet com sites especializados. O mercado de caminhões usados oferece uma grande gama de veículos seminovos prontos e já equipados com todos os tipos de implementos e equipamentos.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Zatix vence na categoria monitoramento e rastreamento entre as "Maiores e melhores do transporte e logística do Brasil"
Fonte: Assessoria de Imprensa; 6/12/2010 | |
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A Zatix está no ranking das "Maiores e Melhores do Transporte e Logística de 2010". A companhia foi classificada como a melhor na categoria ‘Monitoramento e Rastreamento’ entre as mil empresas mais representativas do setor de transportes, cujos balanços foram analisados pelo economista Pedro Antonio Cássio da Silva. Esta é a 23ª edição do prêmio Maiores & Melhores do Transporte e Logística, promovida pela OTM Editora, detentora de diversos títulos periódicos, entre os quais estão as revistas Transporte Moderno e a TechniBus, além de publicações anuais de análise. “Essa premiação é muito importante para a Zatix, porque ratifica que estamos no caminho certo e que temos feito um bom trabalho nesses dois anos de atuação no setor de transportes, com destaque para nossa solução Omnilink, sempre trazendo inovação para as empresas que trabalham no segmento rodoviário do nosso país. Agradeço também o empenho de toda a nossa equipe que foi decisiva para alcançarmos esse lugar de destaque”, diz Martin Hackett, presidente da Zatix. O primeiro critério para a classificação das empresas na lista das “Maiores e Melhores do Transporte e Logística do Brasil” é sua receita operacional líquida, que indica a participação de mercado que cada uma tem no setor em que atua. Entre as 43 modalidades do prêmio, as dez maiores empresas em destaque são analisadas mais detalhadamente, atribuindo-se notas de 1 a 10 para cada um dos critérios de avaliação como: “Receita Operacional Líquida”, “Patrimônio Líquido”, “Lucro Operacional”, “Lucro Líquido”, “Liquidez Corrente”, “Endividamento Geral”, “Rentabilidade da Receita”, “Rentabilidade do Patrimônio Líquido”, “Produtividade do Capital” e “Crescimento da Receita”. | |
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Fonte: http://www.ntcelogistica.org.br/noticias/materia_completa.asp?CodNoti=42545
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Indústria começará 2011 em marcha lenta
Fonte: O Estado de S. Paulo, 2/12/2010 | |
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O ano deve começar em marcha lenta para indústria, com perspectiva de queda no ritmo de contratação de trabalhadores para o período de novembro a janeiro, forte redução nas expectativas de negócios até abril e provável impacto negativo sobre o ritmo dos investimentos, revela a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança da Indústria (ICI), indicador que sintetiza a expectativa dos industriais, caiu 1,1% em novembro na comparação com outubro, já descontadas as influências sazonais. O resultado se equipara ao registrado em agosto e é o menor desde novembro de 2009. Exceto nos bens de consumo duráveis e não duráveis, houve perda de confiança dos fabricantes de bens de capital, materiais de construção e bens intermediários em novembro na comparação com o mês anterior. De 14 segmentos pesquisados, só em três (alimentos, química e produtos farmacêuticos) a confiança cresceu no último mês. Nos demais houve retração, com destaque para indústria metalúrgica. "Em termos históricos o nível da confiança dos empresários registrado em novembro não é baixo, não sinaliza uma recessão. Mas há um desaceleração em curso, que começa a impactar até o investimento com reflexos na indústria de bens de capital e materiais de construção", diz o superintendente de Ciclos Econômicos da FGV, Aloísio Campelo. A queda do ICI registrada no mês passado foi influenciada especialmente pela retração no índice de expectativas. Em novembro o indicador recuou 1,9% na comparação com outubro, refletindo a retração de 3% do indicador do emprego previsto para três meses, de novembro a janeiro, e a queda na situação dos negócios para seis meses, de novembro a abril. O indicador que mede a expectativa dos negócios em seis meses recuou 4,9% de outubro apara novembro, descontadas as influências sazonais. O único resultado que vai na contramão da desaceleração é o da produção prevista para o período novembro a janeiro, que aumentou 2,3%. Campelo aponta alguns fatores que, combinados, podem ter afetado a confiança dos empresários. Um deles é o provável aperto fiscal que deve vir com o novo governo e a elevação da taxa de juros para conter o avanço da inflação, mas que acaba afetando o consumo e o investimento. "Provavelmente esses fatores deixaram os empresários em compasso de espera e houve um esfriamento nos ânimos." Capacidade. Outro indicador da Sondagem da Indústria de Transformação, usada para elaborar o ICI, que reforça a tendência de moderação no desempenho do setor é o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci). O indicador que estava em 85,2% em outubro caiu para 84,5% em novembro, no resultado que desconta as influências sazonais. Segundo a pesquisa, esse é o menor nível de uso da capacidade da indústria desde março deste ano (84,3%). A pesquisa consultou 1.192 empresas que, juntas, faturaram no ano passado R$ 620,1 bilhões e empregam 1,2 milhões de pessoas. Na análise de Campelo, a retração do uso da capacidade espelha dos movimentos. O primeiro é da maturação dos investimentos e a entrada e funcionamento de novas fábricas. O segundo movimento é o grande volume de importações de manufaturados que concorrem com os produtos nacionais a preços mais competitivos por causa do câmbio favorável. Apesar do real valorizado em relação ao dólar, o nível de demanda externa em novembro subiu pelo sétimo mês consecutivo. No mês passado, 13,3% das empresas exportadoras consideraram a demanda externa forte, 6,8% fraca e 79,9% normal. Em outubro, 72,7% das empresas achavam que as exportações estavam normais, 14,9% fortes e 12,4% fracas. "A demanda externa vem ganhando força a cada mês", observa o economista. | |
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Porto de Santos ultrapassa pela primeira vez 9 milhões de toneladas
Fonte: Panorama Brasil, 1/12/2010 | |
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SÃO PAULO - A movimentação de cargas do Porto de Santos registrou recorde mensal histórico no mês de outubro, com 9.496.619 toneladas. O número é 22,9% maior do que o registrado em outubro do ano passado, e superou em 0,79% o recorde anterior, verificado em agosto deste ano, quando pela primeira vez a movimentação de cargas ultrapassou a casa dos nove milhões de toneladas. Em 2010, estabeleceu em todos os meses movimentação recorde em comparação com os respectivos meses anteriores. Com essa marca, o total acumulado no ano de 2010 chegou a 81.288.107 toneladas, representando aumento de 17,8% em relação a 2009, e elevando a previsão de encerramento do ano com 96,43 milhões de toneladas, representando aumento de 15,92% sobre 2009. As importações atingiram, no período, crescimento de 40,4% em relação ao ano passado, com 32,4% de participação no total movimentado. Carvão, enxofre e trigo foram os produtos de maior tonelagem operados no Porto de Santos. O carvão alcançou 3.103.993 toneladas, apontando crescimento de 63,5% no período, destacando-se como a carga de maior movimentação no fluxo de importação, seguido pelo enxofre, com 1.565.465 toneladas e incremento de 41,3%. As exportações acusaram crescimento de 9,3%. O açúcar, o produto mais operado em Santos, atingiu 17.407.058 toneladas até outubro, 21,40% do total movimentado de cargas, com crescimento de 23,1% no acumulado e 43,2% no mês. Também teve expressivo aumento a exportação de milho, com 48,9%, e de gasolina, com 42,3%. As operações com contêineres registraram alta de 21,0% no em relação ao ano passado, acumulando 2.245.055 TEU (twenty-foot equivalent unit é a unidade de medida de capacidade de um contêiner de 20 pés). Em outubro, o movimento cresceu 28,0%. As importações também já apresentam participação ligeiramente superior no movimento total. A participação do Porto de Santos na balança comercial brasileira até outubro atingiu US$ 78,7 bilhões, ou um aumento de 30,3% sobre o total em igual período do ano passado. Somente as importações tiveram incremento de 38,18%, chegando a US$ 37,3 bilhões. As exportações somaram US$ 41,3 bilhões, 23,28% a maior que o verificado em 2009. | |
País é último em ranking de transporte
30/11/2010,09h:24m |
O esforço feito pelo governo federal nos últimos anos, como a criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ainda não foi suficiente para garantir a melhora da infraestrutura brasileira. Pelo contrário. O País lidera a lista das piores estruturas de transporte e logística entre seus concorrentes, mostra levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O trabalho selecionou 14 países com características econômico e sociais semelhantes às do Brasil e que tenham participação no mercado internacional. Foram avaliados os setores de transportes, energia e telecomunicações de todas as nações. No geral, o País ficou com a terceira pior colocação, à frente apenas de Colômbia e Argentina. Mas, no item transportes, ninguém desbancou o Brasil. "Além da qualidade da infraestrutura, a grande deficiência do setor é a falta de conexão entre as diversas modalidades", diz o diretor executivo da CNI, José Augusto Fernandes, coordenador do estudo sobre competitividade, que será apresentado quarta-feira a 2 mil empresários, no Encontro Nacional da Indústria, em São Paulo. Dentro do setor, a infraestrutura portuária teve a pior classificação. "Apesar dos avanços, como a implementação do Programa Nacional de Dragagem, a gestão de todo complexo portuário é muito complicada e afeta diretamente a competitividade do País", diz Fernandes. Segundo ele, boa parte dos portos nacionais não tem capacidade para receber grandes navios, o que seria um grande avanço para reduzir os custos de transportes. A qualidade da infraestrutura ferroviária também rendeu uma posição ruim para o Brasil, que ficou na penúltima colocação. Nesse caso, explica o executivo da CNI, o que mais pesou foi o tamanho da malha nacional, de apenas 28 mil quilômetros (km). Além disso, o transporte ferroviário é concentrado em poucos produtos: só o minério de ferro representa 74% da movimentação total das ferrovias. A qualidade das rodovias ficou com o 12.º lugar e o transporte aéreo, em 11.º lugar. Na opinião do professor da Fundação Dom Cabral Paulo Tarso Resende, o grande problema é que o Brasil está sempre correndo atrás do prejuízo. Ele afirma que a expansão dos investimentos nos últimos anos promoveu alguns avanços na infraestrutura. "Mas, com o crescimento econômico, a demanda foi muito maior que o aumento da oferta. Toda evolução acabou sendo engolida pelo avanço da economia e da demanda", afirma o professor. Segundo ele, se os investimentos não tivessem sido elevados, o País teria parado. O grande desafio do próximo governo, diz o professor, será aumentar o volume de recursos destinados ao setor de infraestrutura logística, dos atuais 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) para, no mínimo, 4% ao ano. Energia Nas áreas de energia e telecomunicações, o pior resultado, 11.º lugar, ficou com os serviços de internet de banda larga. O segmento de eletricidade ocupou a 8ª posição. Desde o racionamento de 2001, o setor tem tido leilões periódicos, de usinas e de linhas de transmissão. PIORES POSIÇÕES NO RANKING Países avaliados Rússia, Canadá, Coreia, África do Sul, Espanha, Austrália, Chile, México, China, Índia, Polônia, Colômbia, Argentina e Brasil Infraestrutura portuária Ficou em 14º lugar. Além da precariedade do acesso terrestre, os portos têm grandes problemas com a profundidade de seus canais de acesso marítimo. O Programa Nacional de Dragagem deverá amenizar o problema, mas muitos terminais continuarão sem capacidade para receber a nova geração de navios de grande porte Infraestrutura ferroviária Ficou em 13º lugar. Um dos principais problemas é o tamanho da malha, de apenas 28 mil km. Além disso, o transporte ferroviário está concentrado em poucos produtos. O principal deles é o minério de ferro Qualidade das rodovias Ficou em 12º lugar. Apenas 11% de toda malha rodoviária nacional é pavimentada. E boa parte dela ainda está em condições consideradas ruins, péssimas ou regular. |
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Contran inicia nesta quarta-feira implantação do sistema antifurto
Fonte: A Tribuna Online, 30/11/2010 | |
Depois de ser adiado quatro vezes, o prazo para o início da instalação do sistema antifurto nos veículos novos tem início nesta quarta-feira. O primeiro cronograma estabelecia que as instalações tivessem início em agosto de 2009. O segundo previa para 1º de fevereiro deste ano. Em seguida, a mudança ficou para 1º de julho. Posteriormente, para o início de setembro. O cronograma prevê um aumento progressivo da frota com o dispositivo antifurto. De acordo com o Contran, a partir de 1° dezembro de 2011, o equipamento estará em 100% dos veículos fabricados para o mercado interno. O dispositivo também será implantado em carros produzidos no exterior, a serem licenciados no Brasil. Confira o novo cronograma: I - Nos automóveis, camionetas, caminhonetes e utilitários: a) a partir de 1° de dezembro de 2010, 20% da produção total destinada ao mercado interno; II - Nos caminhões, ônibus e microônibus: a) a partir de 1° de dezembro de 2010, em 30% da produção total destinada ao mercado interno; III - Nos caminhões-tratores, reboques e semi-reboques: a) a partir de 27 de dezembro de 2010. IV - Nos ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos e quadriciclos: a) a partir de 1° de dezembro de 2010, em 5% da produção total destinada ao mercado interno; | |
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LL: Mais um equipamento obrigatório que cai na conta do consumidor, sem regras claras e com privilégios diretos a um pequeno número de empresas. Dizem que somente neste projeto o partido da estrela solitária tenha recebido algo em torno de 30 milhões de reais. Ajudar os pobres sim, penalizar o trabalhador não.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Presidente da BP visita Petrobras para estreitar relação
Qui, 25 de Novembro de 2010 21:16 |
SÃO PAULO - A Petrobras recebeu ontem a visita do presidente da British Petroleum (BP), Robert Dudley, na sede da companhia, no Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria de imprensa da petroleira brasileira, o executivo da companhia britânica disse ao presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que a visita tinha como objetivo "estreitar as relações entre as duas empresas, líderes mundiais na exploração de petróleo em águas profundas". |
Copersucar dobra contrato de açúcar com a FCA
Sex, 26 de Novembro de 2010 07:03 |
Companhias do segmento sucroalcooleiro aceleram o passo para ganhar terreno no restrito universo de oportunidades logísticas do país. Na quinta-feira, a Copersucar, líder no comércio de açúcar e álcool no Brasil, anunciou a extensão da parceria com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), subsidiária da Vale, e pretende por nos trilhos 3 milhões de toneladas de açúcar até 2015. Fonte: Valor Economico/Fabiana Batista | De São Paulo |
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Setor de transporte deve ter novas contratações em 2011
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Movimentação no Porto do Pecém se expande 68%
Fonte: Diário do Nordeste – CE, 24/11/2010 | |
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Com um crescimento de 68% no acumulado entre janeiro e outubro de 2010, o que representa 2,4 milhões de toneladas movimentadas, o Porto do Pecém se mantém entre os principais portos brasileiros. De acordo com Mário Lima Júnior, diretor de Desenvolvimento Comercial da Ceará Portos, responsável pelo Porto do Pecém, o aumento na movimentação de alguns ítens foram responsáveis pelo impulso registrado. Entre estes, ele destaca o aumento significativo na importação de gás natural que se destina a abastecer as termoelétricas do Ceará e Rio Grande do Norte e que cresceu de 288,6 mil toneladas em 2009 para 492,2 mil toneladas em 2010. Mário também ressalta a importação dos produtos siderúrgicos para o Pecém, os quais lideraram as importações, com 735 mil toneladas movimentadas. Também foi divulgado pelo porto um acréscimo de 82% na movimentação de longo curso e uma variação positiva para a cabotagem, de 33% frente às mesmas operações do porto nos 10 primeiros meses de 2009. Na exportação, os produtos com destaque foram frutas (180 mil toneladas), minérios de ferro (73 mil toneladas), alumínio (25 mil toneladas), combustíveis minerais (22 mil) e calçados (14 mil). Outro crescimento foi a movimentação de contêineres: 26% para importação e 28% para exportações. Ranking nacional - Em nota, o Pecém também divulgou dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, os quais afirmam a liderança nacional do porto em exportação de frutas e calçados. Do todo movimentado no Brasil, o porto cearense foi responsável por 32% das frutas. No mesmo quesito, ele foi seguido pelos portos de Santos (15%) e Mucuripe (13%). Nos calçados, o Pecém foi líder com 33% do montante movimentado nos portos brasileiros, seguido pelos portos do Rio Grande (32%), Santos (18%) e Mucuripe (8%). Os dados do Mdic divulgados também apontaram o Pecém como o terceiro porto brasileiro na importação de produtos siderúrgicos, com 17% do movimentado no país, atrás dos portos de São Francisco do Sul (22%) e Santos (18%). | |