quinta-feira, 29 de julho de 2010

Custos logísticos representam até 16% do PIB brasileiro, diz ministro dos Portos

28/07/2010 - O ministro dos Portos, Pedro Brito, defendeu hoje uma drástica redução dos custos com logística no País como forma de aumentar o volume de investimentos nesta área e incrementar as atividades portuárias brasileiras. Atualmente, segundo ele, o País perde em torno de 15% a 16% de seu PIB com custos logísticos. "Os Estados Unidos que estão longe de ser um exemplo no setor de logística, como a Bélgica, Alemanha, ou mesmo os asiáticos, gastam em torno de 8%", comentou o ministro em palestra ao setor de navegação e portos na Associação Comercial do Rio de Janeiro.
Segundo Brito, se houvesse uma redução pela metade nestes custos, o Brasil poderia aumentar os investimentos em infra-estrutura dos atuais 20% para 25% do PIB. Ele destacou que a China investe 40% do seu PIB em portos.
Para ele, conforme este setor logístico avançar, será diretamente proporcional uma forte redução no custo dos fretes. "Vamos ampliar a capacidade de cargas dos portos brasileiros. Isso vai fazer a diferença e o custo de fretes será extremamente reduzido no Brasil", comentou.

Fonte: Agência Estado/Kelly Lima

 
 

BR e Target fecham parceria de R$ 140 mi

Petróleo e gás

Qui, 29 de Julho de 2010 07:49

A Target Brasil (Tecnologia Aplicada ao Risco e a Gestão de Transporte), subsidiária da Target Américas, grupo sediado na Argentina, fechou um contrato de R$ 140 milhões por cinco anos com a BR Distribuidora, que pertence à Petrobras, para o gerenciamento preventivo de acidentes em transporte de produtos perigosos.
O acordo entra em vigor a partir de domingo. "A BR Distribuidora quis redesenhar seu modelo de gestão e a Target desenvolveu as ferramentas", afirmou Javier Maciel, presidente da Target Brasil.
Uma equipe com 330 pessoas, entre eles 70 psicólogos, será responsável pela implementação de processos e tecnologias apropriadas para o gerenciamento dos riscos. Por meio de um software, todos os dados colhidos são transformados em um relatório online para todas as áreas, com o objetivo de integrar o setor de logística e comercial, mostrando os riscos e condições de viagem dos caminhões.
Como boa parte das causas dos acidentes está relacionada aos fatores humanos, um dos principais focos do trabalho da Target Brasil é o motorista, o que justificam os psicólogos.
Segundo Maciel, com os dados em mãos, os responsáveis pelo transporte de determinada carga - que inclui combustíveis e solventes - podem ponderar a necessidade operacional da viagem se o condutor ou veículo não estiverem em plenas condições. O acordo prevê o gerenciamento de risco do transporte via terrestre, fluvial e base marítima, envolvendo a gestão de cerca de 250 transportadoras cadastradas na BR.
A parceira entre as duas empresas ocorre desde 2005, quando a Target era responsável pelo gerenciamento de transporte na Petrobras Energia S.A., na Argentina, resultando em zero acidente fatal nos últimos cinco anos.
Os custos diretos dos acidentes em estradas federais superam R$ 6,5 bilhões por ano, de acordo com dados do IPEA/Denatran, compilados pela Target. As perdas financeiras com acidentes, em países em desenvolvimento, podem chegar entre 1,5% e 4% do PIB, sem contar dos danos ambientais, segundo informações da Comissão Econômica das Nações Unidas para América Latina e Caribe (Cepal). Com o contrato da BR, a meta da Target Brasil é reduzir os índices de acidentes atuais em 50% até o fim do próximo ano, segundo Maciel.


Fonte: Valor Econômico /Mônica Scaramuzzo, de São Paulo

 

44% da frota brasileira de caminhões de carga tem mais de 20 anos


De acordo com o mais recente levantamento da ANTT – Associação Nacional de Transporte s Terrestres, divulgado em 2009, 44% da frota brasileira de caminhões de carga é composta por veículos com mais de 20 anos. Outros 20% correspondem a máquinas ainda mais velhas, com idade superior a 30 anos. (Fonte: Portal CNT - 26/7/2010)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Participação

Ontem estive no seminário do Leitura Conectivas (www.leituraconectivas.com.br) para a apresentação de 4 livros relacionados a tecnologia e seus impactos no dia a dia das pessoas. Como a logística não mais sobrevive sem tecnologia, sugiro que se aprofunde neste tema quem realmente pretende atuar com Supply Chain Management. As palestras foram ministradas pelo doutor em TI professor Manoel Veras e pelo meu amigo especialista em TI e gestão financeira Astênio Araújo. Recomendo a participação neste evento que ocorre mensalmente na livraria Siciliano do Shopping Midway Mall em Natal.

Acidentes em rodovias crescem em ritmo maior que o da frota de veículos no RS

Fonte:
Zero Hora
28/7/2010

 

                               
Estatísticas do Detran mostram que o número de acidentes nas rodovias gaúchas crescem acima da frota de veículos no Rio Grande do Sul. O número de ocorrências com vítimas aumentou 180% nas rodovias estaduais na última década. A média mensal saltou de 251 para 701. Enquanto isso, a frota no mesmo período cresceu 55% no Estado.

Em relação a mortos em acidentes, as estradas estaduais também se destacam negativamente. O crescimento ficou em 56%. No ano 2000 foram registradas 28 mortes por mês, contra 50 em 2010. O comandante em exercício do Batalhão Rodoviária da Brigada Militar, major Ordeli Gomes, avalia que para frear as tragédias no trânsito é preciso maior conscientização dos motoristas.

— Acima de tudo o principal responsável pelo acidente com morte ou com danos materiais é o condutor do veículo — afirmou o major.

Nas estradas federais, o crescimento de acidentes com vítimas, que inclui mortos e feridos, foi de 150%. No ano 2000, a média ficou em 220 ocorrências por, contra 558 neste ano.

Em vias urbanas, o Detran possui dados desde o ano 2000 somente de Porto Alegre. O crescimento de acidentes com vítimas na capital gaúcha foi de 42%. Subiu de 419 para 597 por mês.

Para o especialista em medicina de tráfego, Nelson Antônio Tombini, além de estradas que não acompanharam a evolução da potência dos veículos, os condutores estão mais impacientes do que há dez anos.

— As pessoas não conseguem ficar atrás de um carro mais do que cinco minutos. Elas começam a fazer alterações no trajeto para fazer ultrapassagens indevidas — disse o especialista.

Em 2009, cinco municípios do Litoral Norte ficaram entre os seis com as maiores taxas de mortos e feridos em acidentes para cada 10mil habitantes. Imbé lidera a lista, seguido de Capivari do Sul, Itati, Xangri-la e Osório.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Ibope destaca setor logístico como o maior gargalo do Brasil

Redação
 
De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Câmara Americana de Comércio, o setor logístico é apontado como o maior gargalo de infra-estrutura do Brasil. O segmento lidera com 54% das opiniões, seguido de telecomunicações (30%) e energia (4%). A análise contou com 211 entrevistas entre as empresas relacionadas, no período de 28 de abril a 17 de maio deste ano.

O resultado do levantamento apontou os modais rodoviário e aéreo como os principais entraves do setor logístico no País. Neste aspecto, o Brasil encontra-se em um patamar inferior se comparado aos países que compõem o bloco dos  Bric (Brasil, Rússia, China e Índia). “Em 2007, o Brasil tinha apenas 6% das estradas pavimentadas, enquanto esse porcentual era de 67% na Rússia, de 63% na Índia e de 80% na China, diz Maurício Giardello, consultor de projetos de infra-estrutura da PricewaterhouseCoopers.

A pesquisa também concluiu que a falta de clareza nas regras, a instabilidade das agências reguladoras, a insegurança jurídica, a legislação ambiental e os aspectos financeiros são considerados os principais obstáculos para eventuais concretizações de projetos de iniciativa privada.

Infra-estrutura problemática

De acordo com alguns especialistas no assunto, ainda há muito que se fazer para adaptar o sistema logístico do País ao intenso ritmo de crescimento pelo qual o mesmo vem passando. “O Brasil tem a pior matriz de transporte dos mercados emergentes. 60% do transporte de cargas é feito pelo caro meio rodoviário e 26% por meio de ferrovias”, afirma Samir Keedi, economista da consultoria de transportes e comércio externo Aduaneiras.

Já o professor da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, Manoel Reis, acredita que a saída para este entrave seja o investimento em malhas férreas: “Se não fizermos uma coisa muito clara em transporte ferroviário no Brasil, vamos ter uma queda de posição no comércio internacional muito significativa”.

Por: Victor José – Redação Portal Transporta Brasil

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A semana...

Essa semana foi bem corrida, não tive tempo de atualizar o blog. Parece fácil, mas manter a disciplina de buscar novas informações e de escrever algo para um blog não é algo simples, mas é algo que faz, pelo menos comigo, com que eu reflita e aprenda mais a cada pesquisa.

O assunto que trago hoje é sobre a necessidade do treinamento junto aos motoristas da sua frota. Todos os dias acompanhamos nos noticiários os inúmeros acidentes de transito e infelizmente, muitos com vitimas fatais. A 15 anos atrás a maior preocupação das empresas de transporte era com a segurança da carga, ou seja, evitar que a mesma fosse roubada por quadrilhas cada vez mais especializadas e organizadas. Naquele período surgiu com grande força no mercado nacional o rastreador de veículos com comunicação via satélite.

Porém, no ano passado, os prejuízos com roubo de carga representaram apenas 10% do total dos prejuízos causados por acidentes com veículos de carga. Essa cifra bilionária pode representar além dos prejuízos e das perdas de vidas, o fim para muitas empresas pequenas que não tem capacidade financeira para suportar tamanho prejuízo.

Um dos principais fatores para esses inúmeros acidentes e prejuízos são os motoristas, elemento central, o mesmo é o responsável, em boa parte dos casos, de ocasionar os acidentes, direta ou indiretamente. Neste sentido há uma necessidade iminente do mercado de transportes de bons motoristas, de profissionais conscientes das suas responsabilidades, fato que não se aprende apenas dirigindo pelo país afora, é necessário estudar, falar, repetir por dezenas de vezes, se possível todos os dias, para se ter sempre em mente o risco e a importância que é dirigir um veículo de carga.

Após treinar e repetir por varias vezes aos motoristas os riscos e as responsabilidades, é hora de impor limites aos mesmos.

Sei que os custos são altos, a carga tributária é sufocante, as estradas estão péssimas, os pedágios caríssimos, porém não adianta querer ganhar tudo em uma única viagem, pois tenha certeza, o caminhão não chegará ao seu destino.

Mas os limites de dirigibilidade impactarão no faturamento do veículo? Talvez, se o transportador estiver utilizando o equipamento e o motorista a exaustão, com certeza, agora se o seu uso é adequado e respeita as leis, o controle da dirigibilidade fará com que o veículo seja ainda mais produtivo e econômico, e ainda reduzirá os riscos de acidentes e dos gases emitidos pelos veículos.

Logo, o controle por telemetria da velocidade, dos níveis das rotações por minuto (RPM), da velocidade na chuva, das freadas bruscas, das acelerações bruscas, enfim, de toda a dirigibilidade do veículo farão com que o transportador tenha total controle de como o motorista está se comportando ao volante e mais, terá como evitar, através do acompanhamento, que um motorista cometa constantemente erros e faltas graves ao volante, que poderão resultar em graves acidentes.

Enfim, treinar, orientar, repetir o treinamento, repetir a orientação e, por fim, controlar cada passo, cada quilometro da dirigibilidade do motorista. Essa é, com certeza, a forma mais eficaz de se prevenir que um grave acidente ocorra, que uma carga seja perdida, que custos ocorram, pois é muito mais barato prevenir do que remediar.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Crescimento Acelerado

Acompanhando as notícias abaixo da industria de veículos de carga e de implementos percebemos que o setor de transportes está crescendo aceleradamente desde o início do ano. A pergunta que precisamos responder é:

"Será que o Brasil tem a quantidade necessária de motoristas, técnicos e graduados para que toda essa frota trabalhe de forma eficiente e segura?"

Ouvi, em visita a São Paulo no inicio do ano, que teremos um "apagão" no setor de transportes em 2012 por falta de motoristas. Neste sentido, o sindicato das empresas de transporte daquela região inaugurou recentemente um curso de formação para motoristas, visando suprir suas demandas futuras. Espero que os outros grandes sindicatos também o façam para que a previsão acima não se concretize, mas que faz sentido faz...

Produção de caminhões cresce 66,8% no semestre

Fonte:
Portal O Carreteiro
16/7/2010

 

                               

No primeiro semestre deste ano, a produção total de caminhões no Brasil (semileves, leves, médios, semipesados e pesados) cresceu 66,8%, em relação ao mesmo período de 2009, ocasião que atingiu total de 89.548 unidades entre janeiro e junho de 2010 contra 53.687 modelos do ano passado, conforme dados divulgados pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Entre junho deste ano e junho do ano passado, a indústria de caminhões registrou aumento de 66,4%. Apesar da queda de 1,6% nas vendas de maio de 2010, em relação a junho, o setor registrou crescimento de 51% entre os meses de junho de 2009 e junho de 2010, que fechou com 12.987 unidades comercializadas.

O primeiro semestre de 2010, entretanto, registrou 71 mil unidades vendidas, ante as 46,2 mil comercializadas no mesmo período de 2009, significando aumento de 53,7%.

 

Setor cresce 53,7% no primeiro semestre de 2010

Fonte:
Brasil Caminhoneiro
19/7/2010

 

                               

A Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR) divulgou os números do desempenho do setor do transporte nos seis primeiros meses de 2010. O segmento vendeu 75.515 unidades.

 

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dica

"Você já realizou as medições dos sulcos dos pneus da sua frota esse mês? Saiba que este simples controle reduz em até 50% o custo com pneus na sua frota, pois permite identificar deformações, avarias e o momento ideal para se realizar a recapagem."

 

Frase do Dia

"Um caminhão não é apenas um instrumento de trabalho, é uma unidade de negócio"

 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Câmbio desfavorável é o principal gargalo

Fonte:
Jornal do Commercio - PE
15/7/2010

 

                               

Surgimento de novos mercados e aumento nas exportações. O momento é favorável para o empresário que deseja ingressar no comércio exterior. No entanto, alguns gargalos ainda atormentam a vida dos empreendedores. O economista-chefe da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Flávio castelo Branco, cita como principais entraves o câmbio desfavorável, a partir da queda no valor do dólar frente ao real, a alta carga de imposto que incide nas operações de vendas internacionais, o acesso restrito ao crédito para pequenas e médias empresas, a burocracia, e a falta de acordos comerciais que beneficiem diretamente os negócios de menor porte.

A questão cambial tem perturbado a vida dos exportadores desde o segundo semestre do ano passado. Desde então, a moeda americana tem ficado abaixo dos R$ 2 (ontem, a cotação do dólar foi de R$ 1,76). “Como o exportador custeia suas operações em real, mas recebe em dólar, o câmbio nacional valorizado faz com que a margem de lucro fique menor. E com isso diminui a competitividade das empresas”, explica Castelo Branco. Quanto às linhas de financiamento, o economista cita que apenas 17% das empresas brasileiras que atuam no mercado internacional conseguiram alguma linha de crédito para suas atividades.

“E não é só. O Brasil é citado como um dos piores países no ranking das nações com maior eficiência na legalização das operações de exportação”, afirma. No quesito de acordos comerciais, Castelo Branco explica que as reuniões na Organização Mundial do Comércio (OMC) não têm trazido ganhos para empresários brasileiros – como a redução de barreiras protecionistas, por exemplo. “Nesses momentos é preciso ousar. E uma saída é firmar acordos regionais (na América do Sul e na América Latina) ou bilaterais (exclusivamente com outro país). México e China possuem vários desses acordos”, comenta.

1ª exportação - Ontem, na cerimônia de abertura do Encomex, foi anunciada a reedição do programa Primeira Exportação em Pernambuco. O projeto do MDIC consiste em capacitar as empresas para que possam lançar seus produtos no mercado internacional e, com isso, conquistar terreno no mercado interno, a partir do aperfeiçoamento dos artigos. O programa funciona com a participação de estudantes universitários. Contratados como estagiários pelas participantes, eles devem atuar primeiramente no diagnóstico das finanças, operações e vendas dos pequenos negócios.

Além de Pernambuco, o programa foi relançado em Santa Catarina, São Paulo e Paraná. E já funciona no Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Goiás e Minas Gerais.

 

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Logística é um mercado em expansão

Fonte:
Ministério da Educação (MEC)
13/7/2010

 

                               

Curitiba - 'Ter o produto certo, no lugar certo, na hora certa e na quantia certa, com o menor custo, é um fator de competição.' A frase, do gerente de logística da rede de supermercados Condor, Miguel Pereira Neto, resume a importância do profissional que opta por essa carreira.

A logística de qualidade se tornou já há algum tempo uma exigência fundamental das empresas brasileiras. 'Antes, você pegava um gerente de loja experiente e o colocava no barracão de distribuição, porque ele já conhecia o negócio. Hoje, isso não basta. As bases de lucratividade, após o fim da inflação descontrolada, na década de 1990, se tornaram cada vez mais apertadas. O consumidor quer produtos mais baratos. O mercado exige profissionais que tenham conhecimento técnico, específico', aponta Ricardo José Bertin, coordenador do curso de Logística da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Segundo Bertin, o mercado brasileiro começou a dar mais ênfase à logística nas últimas duas décadas. O profissional da área lida com o encaminhamento do produto nas várias etapas: toda a cadeia de suprimentos, a compra, o transporte, a distribuição, o estoque, a reposição. Isso numa realidade em que tudo é informatizado. Na onda dessa valorização da logística, instituições de ensino superior brasileiras começaram a ofertar cursos e mais cursos voltados especificamente para a área.

'Quem opta por essa carreira tem que ter algum interesse por matemática e por organização, saber como a empresa funciona', acrescenta o professor da PUC-PR. As principais demandas por profissionais estão nos grandes varejistas (redes de supermercados, farmácias, lojas de departamentos), indústrias, franquias e transportadoras.

'Todo grande centro que tem unidades de grandes redes tem alta demanda', diz Bertin. 'As pessoas querem comprar os produtos mais baratos possíveis. Para vender barato, a empresa tem que reduzir custos de produção e distribuição. Uma logística eficiente é fundamental.'

Miguel Pereira Neto começou a trabalhar no Condor há oito anos, como encarregado. Foi subindo na empresa até se tornar gerente do setor de logística, onde hoje administra o atendimento às 29 lojas da rede, localizadas em 11 cidades. Nesse caminho, procurou sempre se aprimorar: estudou Economia, cursou pós-graduação em Gestão de Produção e atualmente faz MBA em Sistemas de Logística.

'A logística é dinâmica, e a logística de varejo, mais ainda. Por exemplo, se a empresa resolve fazer uma promoção ou adotar uma nova estratégia, isso muda todo o trabalho', afirma Pereira. 'É um mercado em expansão. A logística ainda é um conceito novo. Na indústria, é algo muito forte. No varejo, está sendo mais valorizado, porque é um fator de competição. Inclusive, tem sido uma base de sustentação para novos empreendimentos.'